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Não é necessário ser da mesma geração que Eliza Doolittle para se identificar com seu novo single. Se a cantora inglesa mantiver o mesmo nível de “Big When I Was Little” nas demais músicas do segundo disco, que deve ser disponibilizado ainda em 2013, a chance de deixar os fãs satisfeitos e conquistar novos apreciadores é enorme, visto que a canção não se distancia da sonoridade apresentada no álbum de estreia e ainda demonstra o controle vocal e a maturidade da artista, que participou de “You & Me”, uma das melhores faixas do álbum do Disclosure. O clipe de “Big When I Was Little” abusa de tons alegres para proporcionar uma experiência descontraída e nostálgica, por conta dos figurinos, das imagens de pessoas dançando nas ruas e de cenários como uma loja de discos e CDs. Além de ter uma presença radiante, a cantora olha para o passado de maneira contagiante e com muitas referências à cultura pop dos anos 90, refletindo o saudosismo presente na letra.

 

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Desde que surgiu no cenário musical, a jovem Chlöe Howl lançou o EP Rumour, que inclui músicas já apresentadas pelo blog, como “Rumour” e “No Strings”. Enquanto o álbum de estreia não é lançado (o disco deve ficar pronto até o final do ano), o público aproveita cada novo clipe para conhecer um pouco mais a cantora, que também está em fase de autoconhecimento, como a letra de “Rumour” revela. O trabalho mais recente da ruiva britânica é a uma versão diferente do videoclipe de “No Strings”, cujo clipe anterior seguia a mesma linha estética do vídeo de “Rumour”, em que a artista aparecia em cenários intimistas e coloridos, onde cantava para a câmera e extravasava sua raiva destruindo coisas. Dirigido por Dawn Shadforth, o novo vídeo do single “No Strings” é um despretensioso exemplo de metalinguagem, pois várias pessoas aparecem fazendo testes de elenco para o clipe de Chlöe Howl, que demonstra estar mais à vontade ao cantar e dançar sensualmente em diversos cenários elaborados.

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Pouco depois de divulgar o single “Gun”, o CHVRCHES disponibilizou o clipe da música, que fará parte do álbum de estreia do trio escocês, que já lançou o Recover EP no começo do ano . Se as outras canções forem tão pegajosas e interessantes quanto “Gun”, o disco The Bones Of What You Believe (previsto para setembro) poderá ser um dos melhores do ano. O caleidoscópico vídeo consegue captar a jovialidade do grupo, que aparece em imagens que se dissolvem e se transformam em inúmeras figuras, devido a efeitos que formam um visual psicodélico.

 

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Depois do vídeo de “Pretty Boy”, em que a beleza está na forma agradável como os personagens são retratados, o Young Galaxy investiu em uma beleza diferente no clipe de “New Summer”. O novo videoclipe da banda canadense conta com imagens desoladoras de cidades sendo destruídas de várias maneiras, garantindo a sensação de melancolia que a canção provoca. O encanto do novo single do álbum Ultramarine (lançado em abril) não está na mensagem, mas nos efeitos visuais de ótima qualidade. O diretor Ivan Grbovic criou uma espécie de apocalipse, com direito a cenas dignas de filmes sobre catástrofes globais, tanto que há takes reeditados de obras como “Matrix Reloaded” (2003), por exemplo.

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Quando anunciamos o quinteto australiano The Preatures, comentamos sobre a influência dos anos 80 na música. Com o videoclipe para Is “This How You Feel?” revelado, temos a confirmação com um visual retro, que nos faz viajar mais de trinta anos no tempo nessa aventura psicodélica. O diretor do clipe parece ter colocado uma pitada do velho rock’n'roll que combinado com o vocais animados de Isabella e Jak Orion soa a mistura na medida certa. O vídeo mais parece um grande desafio ao ouvinte, procurando alguém que não esteja mexendo o corpo no ritmo da música após os primeiros segundos. A banda é uma das mais promissoras do ano e parece disposta a marcar o seu território com esse single.

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Com o clipe de “Waste Of Time”, Karen Marie Ørsted prova novamente que é uma artista que tem grande potencial para despertar o interesse de muita gente com seu projeto musical, denominado , cujas primeiras músicas foram apresentadas pelo blog no ano passado. O novo vídeo mostra a cantora dinamarquesa dançando e “batendo cabelo” como se ninguém estivesse olhando, algo que já foi visto no clipe de “Glass”. Além disso, o clipe dirigido por Anders Malmberg apresenta uma série de imagens aparentemente aleatórias, desde quadros até objetos. O single deve ser lançado oficialmente no dia 7 de julho, preparando o terreno para o álbum de estreia, que ainda não tem nome e nem previsão para ficar pronto. Apesar de comparações com Lykke Li, Grimes, Purity Ring, Lorde, PawwsHaim, o som da MØ é bastante peculiar, em função de uma rebeldia presente nas letras e da mistura de sintetizadores selvagens com guitarras e outros sons experimentais que geram canções pop com uma pegada R&B.

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Fugir do convencional é sempre arriscado, mas quando o resultado final fica bom, o risco vale a pena. Para a animada “Move”, o Pacific Air poderia muito bem ter apostado em um clipe colorido e ensolarado como o vídeo da também contagiante “Float”. Porém, a banda resolveu surpreender ao fazer um clipe em preto e branco, além de contar com movimentos em câmera lenta. O efeito permite uma apreciação maior dos delicados movimentos que surgem na tela quando uma mulher nua aparece se mexendo de diversas formas embaixo d’água. O efeito dos movimentos do corpo e da água proporciona um belo espetáculo visual, em que as bolhas mais parecem explosões aquáticas de bombas atômicas. A música do Pacific Air pode ser encontrada no excelente álbum Stop Talking, lançado este mês.

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