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Mais um final de semana, mais um Friday Mixes e mais uma edição totalmente calcada no house pra te fazer mexer sentado ou em pé. Após uma edição de retorno, a seção mais querida do blog está de volta com os remixes mais quentes lançados nas últimas semanas, todos compilados e mixados numa mixtape de 40 minutos pelo DJ Amplis. As surpresas certamente ficarão por conta da repaginação total de “Lollipop”, do Lil Wayne com o Kanye West, e de “Bye Bye Bye”, do NSYNC, que trazem os clássicos dos anos 2000 pras pistas de hoje. Novidade como “Bitch Better Have My Money”, “Younger”, “Real Love” e “Supernatural” também ganham remixes dançantes, e até canções que você está cansado de ouvir, como “Uptown Funk” e “Outside”, viram coisas totalmente novas com os remixes abaixo. É apertar o play e sair pro abraço – ou pra pista mais próxima! Enjoy.

OBS.: Clique AQUI para baixar os remixes individuais.

MIXTAPE: Friday Mixes Vol. 61

Friday Mixes 2.0/2 by Amplis on Mixcloud

[D/L] SET MIXADO            [D/L] PACK MÚSICAS INDIVIDUAIS

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O Flume está de volta, e não chegou sozinho. Pra iniciar os trabalhos do seu segundo disco, o produtor australiano chama o vocalista do Miike Snow, Andrew Wyatt, para compor e cantar “Some Minds”, e o resultado é uma parceria que não desaponta. Conhecido por suas batidas futuristas e produções inovadoras, o Flume apresenta um início um tanto comum, com batidas drum’n’bass servindo de fundo pra uma canção tipicamente Miike Snow. Mas se você acha que fica por aí, é na chegada do minuto final que Flume impõe respeito, metralhando nossos ouvindos com samples distorcidos e mudando completamente o tom inicial. Apesar de curto e feroz, o último minuto nos deixa com um gostinho de “quero mais”, e se é uma amostra do que vem por aí, não poderíamos estar mais animados.

Flume – Some Minds (feat. Andrew Wyatt)

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E quem diria que, depois de um primeiro disco completamente lo-fi, o Neon Indian iria se render ao pop. A mudança já começou desde o lançamento do segundo disco de Alan Palomo, Era Extraña, de 2011, que manteve os elementos chillwave de sua estreia porém sob um contorno mais acessível. Porém, é com o lançamento de “Annie”, primeira amostra do seu novo trabalho, que a linha entre o pop e o chillwave praticamente deixa de existir.

Trocando os sintetizadores espaciais do Era Extraña, que pareciam sair de um videogame, por uma vibe mais relaxada, ensolarada e até tropical, o Neon Indian surpreende ao trazer sua mesma estética de sintetizadores distorcidos e vocais abafados para dentro de um contexto que caberia num disco do St. Lucia ou do Ghost Beach. Soando o mais próximo possível de um reggae eletrônico, “Annie” surpreende principalmente na casa dos 3 minutos, quando os sintetizadores desabrocham num solo imperdível que caberia bem como trilha daquelas fases de praia do Mario Kart. Moderno e ao mesmo tempo nostálgico, Neon Indian acerta em cheio (mais uma vez) .

Neon Indian – Annie

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O debut solo da finlandesa Katriina Ullakko (aka Olivera) chega poderoso, digno de comparações com CHVRCHES, Say Lou Lou e outros fortes nomes do electro-pop. “Flow” é uma daquelas músicas que, logo no primeiro play, te encanta pela tranquilidade de suas melodias, que contam com a produção do finlandês Lenno.

O potencial da nórdica de apenas 20 anos fica claro quando seus vocais doces e envolventes entram em cena e dominam a faixa quase até o fim. Perde espaço, vez ou outra, para sintetizadores pulsantes e certeiros, mas logo voltam a ser protagonistas de “Flow”. Sem querer fazer piadas com o título, a faixa encanta pela fluidez e leveza do refrão, só para no final explodir com uma vibe à la M83. Olivera é, com razão, mais uma das grandes apostas do pop escandinavo.

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O produtor californiano Lincoln Jesser pode ter lançado seu disco de estreia ano passado sem muito alarde, porém, aqueles que tiveram a chance de ouví-lo encontraram um álbum encantador, repleto de sintetizadores e melodias eletrônicas. E se você foi uma das pessoas que deixou passar batido, talvez a nova música de trabalho do cara, “In My Place”, seja uma boa introdução ao sem som. Primeiro single do seu segundo álbum, a produção se desdobra sem muita pressa, mesclando sintetizadores, vocais alterado e uma leve batida house que soa como o Miike Snow fazendo música eletrônica. Sombria e eufórica na medida certa, a produção marca uma grande evolução na sonoridade de Jesser, que comprova mais uma vez sua criatividade.

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É direto de Brisbane, na Austrália, que temos mais uma bela aposta musical para 2015: Kita Alexander. A garota de 19 anos, surfista e guitarrista desde a infância, acaba de lançar seu primeiríssimo single, “My Own Way”, e, se depender dele, a garota já pode largar completamente o primeiro hobbie. Com uma linha de baixo dançante e uma bateria que garante um intencional tom lo-fi, a canção soa basicamente como uma continuação de “Don’t Save Me”, do Haim. Apesar das similaridades, graças a um refrão pegajoso e um clipe repleto de recortes que retrata a vida de Kita, a canção ganha vida própria, e nos deixa ansiosos pelos próximos lançamentos da australiana.

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Ainda envolto de muito mistério, o Woolf and the Wondershow, que estreou mês passado com a contagiante e despretensiosa “Cloaked”, não quis esperar muito tempo para retornar com mais uma amostra do seu som. Na recém lançada “Cages”, entretanto, vemos um novo lado dos californianos, que continuam explorando as vertentes do synth-pop porém com um tom a mais de teatralidade, repleto de vocais dramáticos à-la Patrick Wolf e uma produção bem dinâmica, que intercala momentos calmos com momentos explosivos, Se comparado com o single anterior, podemos dizer certamente que “Cages” se trata mais de um experimento do que um single voltado para ser um sucesso, porém, com um refrão grudento e melodias pegajosas, a veia pop da banda se afirma mais uma vez nesta aqui.

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