MELHORES ÁLBUNS DE 2010 – PARTE 1

Luis Felipe —  12/07/2010 — 24 Comments

O ano de 2010 está sendo muito bom para a música em geral, e mesmo sem um álbum avassalador quanto o do Animal Collective do ano passado, tivemos algumas surpresas, expectativas atendidas e decepções. Com a maioria dos lançamentos esperados já lançados, ainda assim temos muita coisa para ouvir. Entretanto, temos aqui um saldo geral dos álbums que mais se destacaram para mim nessa metade do ano (lançamentos até 30/06/2010). A lista final que farei no final do ano pode haver alterações, a medida que ouvir os álbums novamente e tirar novas conclusões. Enfim, clique abaixo para ver a lista, conhecer alguns artistas que não escrevi ainda (prometo consertar isso), e é claro, opinar se concordaram ou não com meu top 20. Também gostaria muito de ver quais são os SEUS álbums favoritos até então, então não esquece de comentar no box!

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Marina & The Diamonds - The Family Jewels

20. Marina & The Diamonds – The Family    Jewels

Gênero: Pop

Destaque: I Am Not A Robot

Não é novidade para quem acompanha o blog que Marina é uma das minhas cantoras mais queridas da atualidade. Para quem não conhece, ela aposta num pop mais “dramático”, com variações na voz, levando o termo interpretação ao pé da letra. Mesmo sendo super produzidas, suas músicas não são muito voltadas pra pista de dança, entretanto, isso não é muito problema quando elas são queridas por todos, ganhando muitos remixes, covers, e até um álbum com samples somentes seus. Todo o drama, entratanto, pode enjoar um pouco rápido demais, mas ouvido sem exageros, o CD brilha como um diamante.

 

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Yeasayer - Odd Blood

Yeasayer - Odd Blood

19. Yeasayer – Odd Blood

Gênero: Synth Rock

Destaque: Ambling Alp

Com o lançamento de Ambling Alp no ano passado, foi dada a largada para a reinvenção do Yeasayer, que voltou cheio de sintetizadores e cheirando bastante com o Animal Collective lançado no mesmo ano. Embora o single tivesse nos deixado extremamente ansiosos pelo álbum, infelizmente este não manteu a qualidade prometida. Não tínhamos um Merriweather Post Pavillion na mão, mas sim um álbum no geral bem consistente, que segue bastante a fórmula do single já mencionado, inclusive na ótima O.N.E., que tem uma pegada dance anos 80, e no mais novo single Madder Red, um indie rock feito para as arenas.

 

 

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Free Energy - Stuck On Nothing

Free Energy - Stuck On Nothing

18. Free Energy – Stuck On Nothing

Gênero: Rock

Destaque: All I Know

Esperado desde o ano passado, indie-rockers Free Energy com jeitão nerd anos 70 dão as caras neste incrível debut, com muitas cartas na manga. A primera metade do CD, extremamente promissora, conta com o delicioso rock chiclete Bang Pop, e a memorável All I Know, que conta com uma das melhores melodias do ano. Infelizmente, a segunda metade deixa a desejar, e a falta da ótima Something In Common, conhecida de quem esperava o álbum, prejudica em muito a obra, que de qualquer forma não deixa de ser muito boa. Se você sente falta do Weezer antigo, não deixe de conhecer o Free Energy.

 

 

 

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Titus Andronicus - The Monitor

Titus Andronicus - The Monitor

17. Titus Andronicus – The Monitor

Gênero: Rock

Destaque: A More Perfect Union

Talvez o CD mais rockzão da lista, com solos de guitarra bem definidos, canções longas e muitas mutações, o álbum mais recente de Titus Andronicus usa de todos os artifícios para não te deixar entediado mesmo durante as músicas com mais de 10 minutos. O primeiro single, A More Perfect Union, com 7 minutos, parece 7 músicas diferentes ao mesmo tempo, e não poderia soar mais épico. O álbum fala sobre a guerra civil americana, e cada canção retrata um pouco do cenário, como se fosse um filme, culminando no épico de 14 minutos The Battle Of Hampton Roads.

 

 

 

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Janelle Monae - The ArchAndroid

Janelle Monae - The ArchAndroid

16. Janelle Monáe – The ArchAndroid

Gênero: R’n’B

Destaque: Tightrope (Feat. Big Boi)

Como um grande experimento científico, Janelle Monae constrói aqui um CD com diversas influências, começando com música clássica, passando pelo R’n’B (Tightrope), indie rock (Make The Bus), rock (Come Alive), psicodélico (Mushrooms & Roses) e até mesmo folk com cara de Fleet Foxes (57821). Embora a jornada seja feita com tantos estilos diferentes, Janelle traz um animadíssimo CD que não esquece de celebrar a black music em primeiro lugar. Considerado o álbum mais bem-recebido pela crítica esse ano, a cantora ganha cada vez mais notoriedade, inclusive participando de uma propaganda da Coca-Cola. Essa aqui ainda vai longe.

 

 

 

 

 

 

 

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