SHOW: Miike Snow @ Estúdio Emme (SP)

Luis Felipe —  05/10/2010 — Leave a comment
Miike Snow no Estúdio Emme

Miike Snow no Estúdio Emme

Depois de um show explosivo por conta do OK Go, o Estúdio Emme foi a casa de mais um que prometia, Miike Snow. Cheguei despretensioso ao local e esperando uma fila considerável, mas  na verdade estava bem pequena e gerei a conclusão de que a casa havia melhorado. Conclusão essa que foi totalmente destruída ao final da noite.

Ao entrar pude perceber que a animação não tomava muito conta das pessoas, o que era um pena pois a discotecagem do  Boss in Drama estava perfeita. E eis que do nada entra a banda The Name, que até então eu desconhecia. Te conto que não tive muita surpresa com o som dos caras. Nem bom, nem ruim, muito menos surpreendente. Terminado a apresentação, os instrumentos foram reitrados para dar espaço aos do Miike Snow. Uma aglomeração começou a se formar na frente do palco, máquinas de fumaça (sim, daquelas que colocou na sua festa de 15 anos, para dar um ar mais legal na boate que você montou no  salão de festas) foram acionadas e percebeu-se que elas estavam posicionadas completamente erradas, com exceção das do palco, que cumpriram seu papel para uma entrada triunfante.

Fumaça preenche o palco antes da banda entrar

Fumaça preenche o palco antes da banda entrar

Junto com a fumaça uma música meio House meio Trip que aumentava seu ritmo, criando uma atmosfera no mínimo bem viajante. Ok, vamos ser sinceros e dizer que essa não é a vibe dos caras. Não na minha opinião. Mas te digo que colou e que foi bem interessante. Para aumentar aquele ar de um Miike Snow bem alto, os caras entram todos com máscaras. Vamos ficar o interessante: abriram com “Cult Logic”, partindo para “Burial”, “Black & Blue”, “A Horse Is Not A Home”, “The Rabbit”, “Silvia”, “Plastic Jungle”, “Sans Soleil” e fechando com “Animal”. Apesar das canções serem bem construídas no palco e ganharem um arranjo mais longo e diferenciado, o show me deu a impressão de que tudo foi corrido. Sem querer tirar a qualidade do show, mas na minha humilde opinião, poderia ter sido melhor. Apesar de que, sem dúvidas, eles mandam muito ao vivo.

O vocal Andrew Wyatt

O vocal Andrew Wyatt

Agora vamos falar das decepções. No meio do show tudo aquilo virou uma sauna, o calor era insuportável e era difícil não ficar inquieto. E todos sabem que todo show tem um break, certo? Bom, ao final de “Animal” ficou claro que era a hora. As luzes se apagaram, a banda se retirou e o público gritava para eles voltarem, nada de novo. Ao que depois de uns vinte minutos esperando, as luzes foram ligadas e nada de retorno e ficamos sem “In Search Of” (umas das que eu mais esperava). Dizem os rumores que foi por causa de um problema técnico. Estúdio Emme, sério? Era a quinta vez que eu ia ao lugar, e a quinta vez que houve algum problema com o som. Vale reforçar que o show da banda capixaba Trepax foi sofrível por causa dos inúmeros problemas técnicos da casa. E cadê “Song For No One” que nem no set list estava? Ainda ao sair do show a confusão se formou do lado de fora da casa, quando uma multidão esperava pelo seu carro. Honestamente, como uma casa com esse nível deixa isso acontecer com o serviço de manobrista? Lamentável. O resultado foi pouco comentário do show e uma chuva de reclamações sobre o lugar.

Por fim, Luis, o dono do blog que vos escreve resolveu tietar o vocalista Andrew Wyatt e conseguiu isso:

Tietagem do Oh My Rock

Tietagem do Oh My Rock

Você entendeu o que ele escreveu? Então manda pra gente através dos comentários ou em reply para o @omrblog, pois não entendemos porra nenhuma.


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