Archives For January 2011

Cover Me – Vol. VI

Luis Felipe —  31/01/2011 — 1 Comment

Estava esperando justamente por um terceiro cover legal aparecer, até que recebo um email da equipe da Oh Land, me apresentando o mais novo cover da cantora, justamente um do Fleet Foxes, que acaba de lançar um single novo. Sem demoras, também temos aqui um cover novíssimo do Gobble Gobble para a viciante “Nikki” do The Dream, e uma versão electro-rock para “Whip My Hair” (que achei lá no ótimo QDNG!).

Oh Land – White Winter Hymnal (Fleet Foxes Cover)

Falamos do Fleet Foxes hoje, e por coincidência, a sensação pop de 2011 Oh Land já estava cantando esse cover da banda em alguns dos seus shows ao vivo, até que sua própria equipe me enviou hoje com exclusividade a versão em estúdio da faixa! O folk rock dos caras ganham um toque electro pop característico da cantora, numa versão ligeiramente mais agitada graças a uns batuques afro-pop. Misture a voz angelical de Nanna Fabricius e está pronto, o primeiro e maravilhoso single do grupo ganha uma nova roupagem, e que arrisco dizer, fica ainda mais encantadora que a versão original. Clicando aqui, você ainda assiste à gravação da faixa na Newtown Radio.

Oh Land – White Winter Hymnal (Fleet Foxes Cover)

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Gobble Gobble – Nikki (The-Dream Cover)

Falei do projeto paralelo do Gobble Gobble aqui semana passada, e consegui fazer com que alguns novos leitores ainda entrassem na febre da banda, que anda sem lançar algo novo há um tempinho. A maior novidade, entretanto, é esse ótimo cover da música mais pegajosa do The Dream, “Nikki”. Mesmo que você não conheça a original e ainda não tenha se viciado pelo seu refrão, prepare-se pra ter sua mente infectada por esse cover, que é uma das produções mais limpas (mas não menos complexas), dessa excelente banda de synth-pop, que a cada lançamente te faz ouvir um som que você nunca nem imaginou que existisse.

Gobble Gobble – Nikki (The-Dream Cover)

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Skull Tape – Whip My Hair (Drowning In Blood) (Willow Smith Cover)

É uma pena que tanta gente ainda olha torto pra Willow Smith e seu viciante single “Whip My Hair”, que chegou quase como uma piada até parar em metade das baladas alternativas do país. O Skull Tape, entretanto, transforma o hit bate-cabelo num electro-rock infinitamente mais adulto que a versão original, que ainda inclui sons de tiro, sangue e uma parte totalmente nova (que começa nos 3:00), com uma melodia que poderia se encaixar bem nos Body Talk da Robyn. O conjunto é uma faixa que promete conquistar até quem não gosta da original, e que nos deixa ansiosos para ouvir mais dos caras.

Skull Tape – Whip My Hair (Drowning In Blood) (Willow Smith Cover)

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Bem vindos, Fleet Foxes. Depois de um debut espetacular e a promessa de um novo álbum para 2011, finalmente temos em mãos o novo single do grupo. Se você já ouviu alguma coisa dos caras, já sabe o que esperar aqui: belas harmonias, guitarras ecoantes e todo aquele clima de folk-rock que muitos tentaram imitar nos últimos anos, mas que só os caras conseguem executar com maestria. A música lembra bastante uma versão mais calma de “Ragged Wood”, e a partir do momento que Robin começar a cantar, todas as boas memória do disco homônimo de quase três anos atrás voltarão a tona, principalmente em uma parte logo depois da metade, quando uma guitarra elétrica entra pra valer, marcando essa que é mais uma bela faixa pra banda.

Fleet Foxes – Helplessness Blues

O novo disco, que também se chamará Helplessness Blues, vai sair dia 3 de Maio, pela SubPop.

No Friday Mixes de hoje tive alguns problemas. Pela primeira vez, eu tinha  na mão uns 3 remixes de cada canção, para no final ter que escolher apenas um pra entrar. O de “Price Tag”, por exemplo, eu já tava com uma resenha pronta, que apaguei e provavelmente vou guardar pra outro dia.

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Jessie J – Price Tag (Doman & Gooding Remix)

Jessie J, que vem sendo falada nesse blog desde o primeiro dia “Do It Like A Dude” vazou no mundo, já é uma popstar. O seu primeiro single fez um certo barulho no Reino Unido, mas eu aposto todas as minhas fichas que “Price Tag” (que já destrinchamos aqui), será um grande sucesso. Agora se já enjoou da vibe verãozinho da música, pega esse remix aqui, e tenha simplesmente uma nova visão da música. O que começa com uma batida dance normal, ganha uma roupagem tão agressiva e diferente, com novos vocais, novos refrões, e novas batidas que são até difíceis de descrever. O remix chegou a me dar arrepios no começo, graças a suas subidas e descidas no ritmo, que te surpreende a cada segundo. Ah, e esqueci de dizer: baixe em primeira mão, só aqui no Oh My Rock!

Jessie J – Price Tag (Doman & Gooding Remix)

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Adele – Rolling In The Deep (Villa Remix)

Adele está conquistando meio mundo com seu novo e belo single, mas aqui, a cantora vira uma verdadeira diva-disco, com batidas cintilantes programadas pelo duo belga Thang & François, também conhecidos como Villa.

Adele – Rolling In The Deep (Villa Remix)

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Lykke Li – I Follow Rivers (The Magician Remix)

E a Lykke Li nos apresenta um synth-pop irresistível, chamado de “I Follow Rivers” e que não consegue sair da minha cabeça de jeito nenhum. Enquanto a música já é agitadinha por si só, esse remix aqui do The Magician (a outra metade do duo Aeroplane), adiciona o bastante de sintetizadores suficientes pra deixar a coisa pronta para as pistas.

Lykke Li – I Follow Rivers (The Magician Remix)

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White Sea – Ladykiller (Gigamesh Remix)

White Sea – Ladykiller (Gigamesh Remix)

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GROUPLOVE – Colours (Captain Cuts Remix)

GROUPLOVE – Colours (Captain Cuts Remix)

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SPARK – Revolving (The Streets Remix)

SPARK – Revolving (The Streets Remix)

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Clare Maguire – Last Dance (Chase & Status Remix)

Clare Maguire – Last Dance (Chase & Status Remix)

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Cut Copy – Take Me Over (Flight Facilities Remix)

Cut Copy – Take Me Over (Flight Facilities Remix)

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[PACOTE COMPLETO] ♫ Friday Mixes XIII

Friday Mixes XIII by luissal

Parece que o Mumdance quer fazer de tudo pra você não esquece-lo mesmo. Conhecido como Jack Adams, o cara estava cansado de fazer remixes para artistas de calibre como Santigold, M.I.A e outras figurinhas do Mad Decent, até que resolveu lançar seu próprio EP de inéditas no selo indie em Outubro. Pouco barulho se ouviu na época, até semana passada, quando o seu single “Don’t Forget Me Now” apareceu na trilha sonora (ótima, por sinal) do Skins USA. Pra completar, Patrick Slump, do Fallout Boy, escreveu que o vídeo era “uma das coisas mais loucas que já tinha visto”. Não é pra menos. Com batidas afro-pop, o vocal emprestado do indie-popper Esser e um vídeo apresentado por frutas falantes, essa música é daquelas pra tocar e animar qualquer espírito da sala.

Mumdance – Don’t Forget Me Now (Feat. Esser)

Conhece o Gobble Gobble? Se a resposta for não, clique aqui imediatamente e descubra porquê a banda me faz entrar em seu Tumblr todo dia pra ver se temos alguma novidade do seu disco. Na maioria das vezes, os posts dos caras são de mixtapes, ou coisas sem sentido, mas num dos últimos posts, eles meio que anunciaram que iriam se dedicar mais aos seus projetos paralelos, e um deles é esse aqui, Purity Ring, composto por um dos membro (Corin), e que tem como vocalista uma antiga integrante do grupo também, Megan James.

“Ungirthed”, naturalmente, é a primeia coisa a sair do projeto, e entra na moda que está conquistando metade da blogosfera esse ano, onde músicas e samples são recortados e estilhaçados, formando algo, na maioria das vezes, até superior que o material de origem. No caso aqui, batidas de hip hop e samples de vocais irreconhecíveis começam a melodia da música, tudo perfeitamente organizado, mas que ganham forma mesmo com a chegada do adorável vocal de Megan, que transforma essa canção cheia de glitches e batidas experimentais numa fantástica canção pop que até sua irmã que gosta de Ke$ha não vai se sentir intimidada. Misture a loucura da música com um vídeo epiléptico feito de recortes do filme Breakaway (1966), do Bruce Connor, que a bagunça de sentidos fica completa.

Purity Ring – Ungirthed

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O projeto me lembra bastante o ótimo e desmerecido Discovery, que me acompanha até hoje nas minhas playlists favoritas, então se curtiu, fica a dica. Por mais que eu queira mais desse projeto, ainda aguardo também novidades do Gobble Gobble, e assim que sair algo, postarei aqui.

Enquanto a banda andou confirmando por aí que “We Are Happening” não é sobre o sucesso repentino do grupo, fica difícil de acreditar. A música, que é o b-side do novo single “Post Break-Up Sex”, já vem sendo tocada pelo grupo em alguns shows ao vivo, mas vai ficar de fora do debut dos caras modestamente chamado de What Do You Expect From The Vaccines?. Tudo isso por conta do hype gigantesco que foi gerado em torno da banda, mas que só vai ser justificado no dia 31 de Março. Sobre a música, assim como “Wreckin’ Bar (Ra Ra Ra)”, ela é direta ao ponto, puro indie-rock do começo ao fim, e assim como a deliciosa “If You Wanna”, tem um refrãozinho que vicia. Fica difícil entender o porquê da música ter sido cortada, o que me deixa ainda mais ansioso pelo disco.

The Vaccines – We Are Happening

Em outras notícias, o grupo tocou pela primeira vez nos Estados Unidos essa semana, reunindo hipsters, executivos e ingleses alternativos, e como diz o Will do We All Want Someone, parece que o povo todo sabia as músicas de cor, aparentemente só pelos vídeos de seus shows ao vivo. De acordo com o cara, uma música em específico, “All In White”, foi o auge do show. Então fica a dica, por que se você ainda não subiu no trem dos The Vaccines, melhor correr o lançamento tá alí do lado já!

Apresentei o Morning Parade há algumas semanas aqui no blog, e o post de “Under The Stars” juntamente com seu MP3 foram um dos links mais acessados nesse mês. Por coincidência, sexta passada a banda liberou o vídeo do novo single, “A&E”, do primeiro álbum ainda sem título. Da mesma forma que a outra música, o indie-rock é deixado de lado a favor de um som mais urgente para os palcos e grandes platéias, que não tem medo de soar pretencioso. Com um refrão extremamente simples, típico de alguns primeiros singles, são as guitarras, entretanto, que impulsionam a música e dão aquele toque extra, guiando o som até seu grandioso desfecho, gritante, de doer os ouvidos de tão barulhento, mas que não vai te fazer abaixar o som em momento nenhum.

Morning Parade – A&E