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Após um debut subestimado (não por nós), que incluiu as pegajosas “(All I Wanted Was) Danger” e “Broke Up The Family”, o grupo The Milk está prestes a voltar com um novo trabalho de estúdio, ainda sem previsão de lançamento. A primeira amostra é o single “No Interruptions”, que conta com o mesmo rock vintage e marcante do viciante álbum Tales From the Thames Delta, de 2012. A nova canção da banda britânica flerta com o reggae, com o funk dos anos 70 e até com R&B. O arranjo cheio de energia é de grudar na cabeça, mas o destaque fica para a voz cheia de soul do Nicky Nunn, tanto que é quase impossível não se arrepiar quando o vocalista clama por salvação. Basta ouvir uma vez para querer repetir a dose!

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O Memoir lançou seu primeiro álbum, chamado Fire In Me, em 2014. Apesar de não ter feito tanto alarde, o debut da banda mostrou que não se tratava de fogo de palha, contendo músicas tão gostosas como a incrível “Los Angeles”. Se você curtiu o som do grupo, a boa notícia é que a nova música lançada é tão radiofônica quanto as anteriores. “Love Is Blind” é um pop romântico, elevado pela voz deliciosa da Dena Deadly e por uma sonoridade que mistura rock e soul com muita nostalgia, de forma parecida com o que o Mark Ronson fez com seu hit “Uptown Funk”. Não sabemos se o próximo álbum será tão bom quanto o primeiro, mas já estamos com vontade de ouvir outras músicas como a primeira canção da nova fase do grupo.

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Depois da frenética e delirante “Painted”, o MS MR colocou o pé no freio com “Wrong Victory”, a nova música divulgada antes do lançamento do álbum How Does It Feel, anunciado para 17 de julho. Enquanto o primeiro single tinha uma energia pulsante e diferente de tudo que a dupla já havia feito, “Wrong Victory” aposta em uma melodia suave, além de sintetizadores, batidas eletrônicas e, claro, a voz ao mesmo tempo rouca e doce da vocalista. Só por essas duas faixas já deu para perceber que o próximo trabalho de estúdio do duo vai ser ainda melhor que o primeiro e com uma alternância maior entre baladas e canções dançantes. Mal podemos esperar.

MS MR – Wrong Victory

SVE

Com um grande alcance vocal, SVĒ promete figurar entre as playlists de muita gente, graças a músicas como “My Religion”, que tem boas chances de colocar a cantora no mesmo patamar que a sueca Tove Lo. De letra fácil de lembrar e perfeita pra ser cantada junto, “My Religion” é um synthpop dançante para nenhum fã de Say Lou Lou Betty Who botar defeito. A cantora, originária do Brooklyn, prepara-se para lançar seu primeiro álbum em 30 de junho, denominado My Religion, e prova através da canção título que o debut deverá ser um dos mais cativantes do ano. Se quiser mais um gostinho, ouça “Talking to the Walls” e “Riot”, que conta com um clipe bem bacana.

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Antes de lançar seu álbum de estreia, chamado Pathology, o Trails and Ways divulgou a faixa “Jacaranda”, que é mais um exemplo do dream-pop ensolarado e até mesmo meio exótico do grupo, repleto de guitarras animadas e vozes delicadas. A música mais recente lançada pela banda de Oakland conta com a mesma vibe relaxante encontrada nas canções anteriores, sem deixar de lado as batidas pegajosas e o espírito jovial. E se você achou o título “Jacaranda” familiar, é porque o grupo se inspirou em uma viagem pelo Brasil feita pelo guitarrista Keith Brower Brown, que também cuida dos synths. Durante o período no país, Brown aprendeu a tocar cuica e conheceu mais sobre bossa nova, o que ajudou na composição de novas músicas para o grupo.

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Em maio, finalmente saberemos se o álbum I Never Learn será tão bom quanto se espera da Lykke Li, que já divulgou músicas que indicam mais um trabalho excepcional, como “Love Me Like I’m Not Made Of Stone” e “I Never Learn”. O single que deve impulsionar a visibilidade do próximo CD é a balada “No Rest For The Wicked”, que possui as características marcantes da cantora, como suas letras tristes, toques de piano delicados e uma voz que ecoa em tom épico. No vídeo da canção, o diretor Tarik Saleh parece ter se inspirado nos filmes evocativos de Terrence Malick. A forte carga emocional da música é retratada por meio de imagens da cantora e de um cara com quem ela mantém um relacionamento, que é interrompido e culmina em um desfecho melancólico.

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Ninguém pode acusar a Foxes de não ser consistente. Em seu novo videoclipe, a artista segue a mesma estética apresentada em seus trabalhos anteriores, como “Let Go For Tonight”. Cheio de músicas com grande potencial para fazer sucesso pelo mundo afora, o álbum Glorious foi adiado para maio. A divulgação do debut da cantora segue com “Holding Onto Heaven”, mid-tempo pop que conta com uma combinação deliciosa de elementos delicados com refrões épicos. Sob a direção de Henry Scholfield, a cantora surge em duas versões, uma representando a realidade e outra a fantasia. Ambas cativam com a expressividade da cantora, suas danças e o visual bastante colorido.

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