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O verão europeu se aproxima e com ele a temporada de festivais internacionais mais esperados do ano. Como não perdemos nenhuma versão, o Sónar já está em nossas agendas. Nos dias 14, 15 e 16 de Junho acontece a 25ª edição do festival na cidade de Barcelona. No ano passado, passaram pelo festival nomes como Björk (em um DJ set especial), Anderson .Paak, Justice, De La Soul, Cashmere Cat, Moderat, Little Dragon, e muitos mais e nós vimos tudo bem de perto.
Como cada ano consecutivo, o festival se renova com lineups sempre surpreendentes. Esse ano, prometem passar pelos palcos do festival nomes como Gorillaz, Thom Yorke, LCD Soundsystem, Bonobo, Ólafur Arnalds, Diplo e uma lista interminável

O evento de dia acontece na Fira Montjuic, o evento de noite na Fira Gran Via Hospitalet, durante os dias 14, 15 e 16 de Junho e conta com espaços interativos de arte audiovisual, criatividade, inovação e tecnologia além de todos os espetáculos. Até breve!

Nos dias 15, 16 e 17 de Junho aconteceu em Barcelona, Espanha, a 24ª edição de um dos festivais de música eletrônica mais esperados do ano, pelo quinto ano consecutivo o OhMyRock esteve presente para acompanhar de perto e resenhar os pontos altos do evento. Com crescimento exponencial, o festival cada ano supera o ano anterior em quantidade de espectadores. Na versão de 2017 atingiu seu recorde mais uma vez, foram 123.000 pessoas que passaram pelo local. Dividido em Sonar Dia e Sonar Noite, o evento aconteceu em dois locais diferentes. De acordo com a organização, passaram pelo evento pessoas de 100 nacionalidades diferentes, contando com 5500 profissionais, e mais de 2000 empresas de criatividade e tecnologia, que fizeram mais uma vez história.

Já renomado por sua veia tecnológica e de inovação, o festival trouxe centenas de artistas de todas as partes do mundo, para pincelar o futuro próximo da música. Electro e hiphop constam com os maiores nomes do festival, mas o trap teve grande destaque esse ano, além de uma variedade imensa de outros gêneros que desenhoaram os caminhos que a música deve tomar. A abertura do festival ficou por conta de um setlist de 4 horas da multifacetada e multitalentosa artista Björk.

O festival aconteceu durante 3 dias e 2 noites. Correndo sempre entre os palcos, era difícil controlar tudo o que acontecia ao mesmo tempo. Alguns nomes ainda flutuam no ar, mas os que ainda marcam em minha mente são, Tommy Cash, Princess Nokia, Bawrut, DAWN, Yung Beef, Prins Thomas, River Tiber, Elysia Crampton, a deusa do tecnho Suzanne Ciani, Evian Christ, a xôxas Bad Gyal, Jon Hopkins, Clams Casino, Fat Freddy’s Drop, o impressionante Soulwax, Daphni & Hunee, Cashmere Cat, De La Soul, Cerrone, Eric Prydz, Vitalic… a lista é interminável.

Mas os que merecem destaque e que foram os shows mais surpreendentes  foram Justice, com tal potência visual que o maior galpão/stage do festival estava em uma espécie de transe, Moderat transcendendo tempo e espaço, dada sua perfeição. Little Dragon com seu pop/eletrônico agudo e poderoso e Nicolas Jaar muito mais maduro e alucinante que anteriormente.

Arca pelo segundo ano consecutivo, trouxe Jesse Kanda para ser responsável pela parte audiovisual do show. Com um espetáculo extremamente sexy, o venezuelano Alejandro Ghersi usa o palco como passarela para atravessá-la desafiadoramente com seu andar poderoso. Seus gestos, suas poses, são uma mistura de sofrimento e sensualidade, sua voz sofrida tem uma expressividade e intensidade tão grande que deixa todo o público boquiaberto.

 

Anderson .Paak é quase o oposto. Com um show completamente descontraído e divertido leva o público ao delírio com seus hits. De uma energia contagiante coloca inclusive os mais desavisados que estão de passagem para dançar. Domina a bateria como se fosse um brinquedo de infância, e enquanto não o faz, passeia pelo palco com suas danças extremamente sexys, sempre sorrindo, dando a impressão que é a pessoa que mais está se divertindo em todo o show.

SOHN sem dúvida uma das maiores surpresas de todo o festival. O álbum é agradável, então esperava um show parecido. Ledo engano. Funciona muito melhor ao vivo, com seus graves que penetram a alma, as luzes hipnóticas e uma voz tão afinada e poderosa que nem parecia o mesmo frágil som do álbum. O show é intimista, mas muito envolvente, prende do inicio ao fim.

The Black Madonna foi a responsável pelo encerramento do festival, quando toda a multidão da última noite se dirigia para o gran finale. Black Madonna, que de Black ou de Madonna não tem nada, com seus 15 anos de carreira não decepcionou, colocou todo mundo para gastar os últimos restos de energia que sobravam depois de 3 dias de festival. A artista é considerada uma das melhores DJs da atualidade, consolidada internacionalmente e presente nos maiores festivais ou eventos musicais.

O festival recém terminou mas está de olho na edição seguinte, que completa 25 anos, então promete ser ainda mais especial que as versões anteriores. Os primeiros ingressos já foram postos a venda e vendidos instantaneamente. A ansiedade é sempre grande pelo lineup, que sempre surpreende. O festival ainda conta com edições em várias outras cidades pelo mundo.

Nos vemos em 2018!

Como é de praxe, todos os anos realizamos a cobertura completa do Festival Sonar em Barcelona. O evento já avança para sua 24ª edição, e conta em seu histórico com os shows mais icônicos e artistas mais aclamados de todos os tempos. 2016 artistas como ANOHNI, Fatboy Slim e New Order passaram pelo festival. O lineup de 2017 não deixa a desejar, entre suas principais atrações, estão nomes como Björk (em um DJ set especial), Anderson .Paak, Justice, De La Soul, Cashmere Cat, DJ Shadow, Moderat, Little Dragon, Clams Casino e uma lista interminável de atrações.

E evento de dia acontece na Fira Montjuic, o evento de noite na Fira Gran Via Hospitalet, durante os dias 15, 16 e 17 de Junho e conta com espaços interativos de arte audiovisual, criatividade, inovação e tecnologia além de todos os espetáculos. Nos vemos em breve!

Nos dias 11 e 12 de Agosto aconteceu em Barcelona o DGTL Festival, que aparenta ser um dos festivais de música eletrônica mais promissores da atualidade. Com sua carga social e de sustentabilidade, a ideia do evento vai muito além do entretenimento e da música eletrônica por si só. De acordo com o próprio organizador do evento, passaram por ali aproximadamente 35 mil pessoas, recorde de bilheteria em relação as versões anteriores.


O Parc Del Forum, local onde aconteceu o evento em Barcelona, foi completamente repaginado para a data. Naves industriais, andaimes e estrobos de luz intermináveis decoravam o ambiente. O projeto “Art & Revolution” é um dos fundamentais da organização, tomando sustentabilidade como pilar da programação que tem como enfoque dar visibilidade a iniciativas inovadoras que ajudam a reduzir o impacto ao meio ambiente. As iniciativas visam um festival sem resíduos, implementando pela primeira vez um cardápio vegan para as opções de comida, a reciclagem de urina para utilização como fertilizantes vegetais, a contratação de refugiados e imigrantes para trabalhar como colaboradores, dentre várias outras iniciativas.


Já em sua terceira edição na cidade, o evento contou com um lineup espetacular. O primeiro dia contou com nomes como Mano Le Tough, ÂME, Tale Of Us, Solomun, Marcel Dettmann, que não decepcionaram, mas também não ousaram o suficiente para terem seus sets como referência e exemplo de música de qualidade. A história ja muda no segundo dia, a impressão era de que os artistas tinham carta livre, e o ambiente era de um techno mais denso e intenso, o que levou todo o público ao êcstase. Nomes como Daniel Avery, Eats Everything, Derrick May, Coyu, Joy Orbison, Maceo Plex, Jeff Mills, Paco Osuna e Seth Troxler completavam o batalhão, num dia de música de alta qualidade, sets impecáveis e minuciosos.

A largada para a edição de 2018 já foi dada, ainda sem nenhum nome confirmado o público já começa a criar expectativa para o festival que mesmo que ainda de porte pequeno/medio, já alcança um público bastante eclético e exigente. O evento ainda conta com edições em Amsterdam, São Paulo e Tel Aviv.

Fotos: Resident Advisor

O Festival Sonar já considerado um dos festivais mais consolidados e renomados de música eletrônica do mundo terminou sua 23ª edição há poucas semanas. O delay do post nos permite distanciar um pouco do êxtase causado pelo evento. Uma enxurrada de shows incríveis, realizados em vários espaços distintos numa organização de dimensões invejáveis apenas confirma o que já havíamos observado há tempos. Depois de 4 anos consecutivos indo ao festival como imprensa, tanto na versão de São Paulo como na sede do evento em Barcelona, nos serve para afirmar que o festival tem portes e direção que não dão passo em falso.
2016 foi o ano da diversidade de estilos musicais que se englobam dentro do gênero de música eletrônica. Shows que juntos englobam uma infinidade de estilos, deep house, dubstep, techno, trap, minimal, hiphop, rap, e mesmo assim todos ali tem seu espaço. O lineup não nos deixa mentir.

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Primeiro Dia

Sem rodeios o dia de abertura do festival já prometia alguns dos shows mais esperados. Bela surpresa foi ver logo no inicio Acid Arab. Colocados estrategicamente no palco Sonar Village (o maior dos palcos do Sonar Dia). O nome revela a essência, uma mistura hipnótica de acid com vocais e ritmos árabes, criam uma aura incrível para aproveitar o entardecer. Sevdaliza era para mim uma das maiores curiosidades, como havia sido em seu momento o show de FKA Twigs. Dadas as proporções, Sevdaliza foi e entregou o prometido. Com uma dose cavalar de sensualidade e atitude a artista consegue catalisar todo o seu repertório num show extasiante. Iraniana, ex-jogadora de basquete, a cantora usa o corpo para se expressar de maneira extremamente sensual.

Jamie Woon ou Kelela? Estava a dúvida plantada desde o princípio. Mas como é costume em festivais, tentei conciliar em ver metades de cada um. Jamie Woon começa com azar, seu microfone não funciona. Depois de poucos instantes tudo solucionado. E seu espetáculo segue o planejado, extremamente fofo e cativante. Com o álbum “Making Time” recém lançado em 2016, o festival foi o momento ideal para divulgá-lo. Ápice com “Night Air” e “Movement” quando o público foi ao delírio. Com o coração apertado por ter que deixar o resto do show, corri para pegar o final de Kelela, que também foi surpreendente. Acho que nunca se viu a sensualidade tão em vóga quanto vemos agora. O show no cenário Sonar Hall (mesmo lugar onde passou no ano anterior seu produtor Arca) estava abarrotado de gente. Apesar de ter durado apenas 40 minutos, e de ter visto pouco mais da metade disso, na minha opinião um dos melhores shows do festival. “Rewind” foi o ponto alto com o público cantando cada sílaba em coro. Arrepiante. Consegui ver também partes pequenas dos shows de Lady Leshurr, iNSALAR e James Rhodes. Grande tristeza do primeiro dia foi ter perdido o show do Bob Moses.

Segundo Dia

Segundo dia com previsão de tempo ruim, nublado, com chuva e com sol. Mas adiante, chegamos para o show do Ata Kak, ganês que já tem na carteira outras versões do evento, sabe como colocar o público pra dançar. Não chega a ser um Omar Souleyman, mas também não fica para trás. Santigold foi uma mistura dolorosa de horror e diversão. Um show extremamente quadrado, era possível ver que cada segundo daquilo ali tinha sido planejado, desde as roupas, as coreografias das dançarinas, e inclusive cada movimento da própria cantora. O que vale é que suas músicas são contagiantes. Não fosse por isso todo o espetáculo, sem nenhum improviso e sem nenhuma originalidade, tinha sido um grande fiasco. Pulando os degraus altos dessa decepção, vamos falar de Roots Manuva, que representava a diversidade, essa eterna mina de ouro que é o rap, o dub e o hiphop. Em lado oposto à isso John Grant fazia seu espetáculo beirando ao queer. Já com os olhos no relógio, planejava seguir em direção ao Sonar Noite. Como todos os anos, Sonar Dia e Sonar Noite são realizados em locais distintos, e leva mais ou menos uns 40 minutos para ir de um ao outro.

Ansioso pelos shows da noite, cheguei a tempo no palco SonarPub, onde em instantes iniciaria o show de ANOHNI. Com o álbum “Hopelessness” recém lançado, a expectativa para o show era enorme. Apesar de ter sido um show bastante completo, o encanto se esvaia a cada música. O concerto foi extremamente básico, sem surpresas e sem nenhum tipo de interação com o público. A transexual tem uma voz impressionante e alcança todas as notas que propôs na produção do álbum, mas o show deixou muito a desejar. Fim do show, palco seguinte SonarClub para o também super esperado James Blake. Outra decepção. Também com o álbum “The Colour In Anything” recém lançado, a expectativa era altíssima, mas o show foi mediano, sem muita empolgação, sem surpresas e sem nenhum momento super empolgante. Mas valeu a pena, James tem talento. Sai correndo na metade-final para alcançar uma parte do show do Flume. Com uma seleção certeira nas músicas o show foi bastante animado e colocou toda a pista em polvorosa. Dentre o vai-e-vém vimos trechos de Angel Molina, Jean-Michel Jarre, Richie Hawtin, The Martinez Brothers, Mano Le Tough, John Talabot e Four Tet. Vários desses nomes são figuras sempre presentes em cada uma das versões do Sónar. Nunca falham, sempre com público lotado e aos pulos. A chuva não deu muita trégua, por isso o público fugia um pouco das partes abertas e em boa parte do tempo se concentrava no SonarCar, onde estavam os carrinhos de bate-bate, sempre um espetáculo à parte no festival.

Terceiro Dia

Confesso que o terceiro dia sempre é pesado, o cansaço acumulado dos dias anteriores faz com que a energia se esvaia. Mas estamos sempre firmes. Havia planejado e estava ansioso para o show da Lafawndah, para Yung Lean e Badbadnotgood mas por problemas pessoais não consegui chegar a tempo. Entrei bastante tarde no Sonar Dia do terceiro dia e só consegui ver dois shows. O final de Oneohtrix Point Never e Howling. Posso afirmar aqui que esse segundo foi sem dúvida um dos melhores shows do festival. Howling é projeto paralelo dos mesmos integrantes de Ry X e The Acid. O show foi no SonarHall e estava completamente cheio. O público estava em transe absoluto com a maestria e sincronia entre sons, luzes e vocais. Além das músicas do álbum “Sacred Ground” a dupla também tocou uma música do The Acid, que levou a multidão ao delírio, com seu minimalismo, synth pop e bases de trance.

Após chegar ao último dia do Sonar Noite fomos direto e sem dúvidas para o show do New Order, clássico que dispensa comentários. Show excepcional que inclusive tocou a aclamadíssima “Love Will Tear Us Apart” do Joy Division. Santigold mais uma vez, dispenso. Esperava pelo show do KAYTRANADA que aconteceria no mesmo palco. Infelizmente perdi o show do Mura Masa que estava bastante curioso para ver. Dentre outros ainda vi partes de Booka Shade, Eats Everything, Skepta, Boys Noize, Fatboy Slim, Laurent Garnier e para terminar Ben Klock, o DJ residente do Berghain en Berlim (clube mais conhecido e mais nebuloso do mundo – considerada melhor discoteca do mundo várias de vezes).

A 23ª edição do Festival, contou com nada menos que 115.000 pessoas nos 3 dias de evento. Pessoas de 101 nacionalidades diferentes ao redor do mundo borbulhavam em Barcelona. Se tivesse que dizer 1 show preferido, acho que diria Howling, pela espetáculo surpreendente que superou quaisquer expectativas. Decepções ficam algumas na memória, ANOHNI, James Blake, Santigold.

Durante esse próximo ano de espera, para quem não aguenta, acontecerão versões do festival em 8 lugares diferentes, entre cidades da Europa, Ásia e América do Sul. E para a versão de 2017 em Barcelona já temos data marcada: 15, 16 e 17 de Junho. Nos vemos lá!

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Já vamos curtos de tempo, mas nunca é tarde para anunciar o lineup de um dos festivais de música mais reconhecidos e inspiradores de todos os tempos. Sónar Barcelona 2016 celebra sua 22ª edição e mais do que nunca investe pesado em suas atrações multitecnológicas e inovadoras que estão na vanguarda musical e cultural. Como já é de praxe aqui no blog, estaremos presentes fazendo cobertura ao vivo dos shows do festival com conteúdo exclusivo.

Como sempre a programação é um prato cheio para os amantes de música eletrônica e suas vertentes. Isso faz com que a escolha dos shows seja sempre complicada, as vezes correndo de um palco para o outro para poder ver ao menos partes de alguns shows. As maiores apostas de 2016 são ANOHNI (projeto solo do Antony Regarty do Antony & The Johnsons lançado agora em 2016), Fatboy Slim, Flume, James Blake, Jamie Woon, John Talabot, Kaytranada, Kelela, Lafwandah, Lady Leshurr, Mura Masa, New Order, Sevdaliza, Stormzy, Yung Lean… A lista é interminável e a excitação ainda maior!

cartel sonar 2016

Como no ano anterior, o evento de dia acontece na Fira Montjuic, o evento de noite na Fira Gran Via Hospitalet, durante os dias 16, 17 e 18 de Junho e conta com espaços interativos de arte audiovisual, criatividade, inovação e tecnologia além de todos os espetáculos. Nos vemos em breve!

Sonar-2013

Mesmo com pouco mais de um mês de atraso, anunciamos ainda com imenso orgulho a cobertura completa do Festival Sónar que aconteceu entre os dias 13 e 16 de Junho de 2013 em Barcelona. Em 2012, este blog foi convidado para cobrir o evento que aconteceu em São Paulo no Brasil também. A partir dessa oportunidade, conseguimos dar um passo adiante e descolar por meio de uma das idealizadoras do festival, uma credencial de imprensa que dava acesso completo à toda a programação do evento. Desde já agradecemos a oportunidade, e esperamos estar presentes na edição de 2014 e possivelmente nas outras edições do evento pelo mundo. A principal novidade do 20º aniversário do evento foi a mudança do local do Sónar Dia, que foi transferido do pátio do MACBA (Museu de Arte Contemporânea de Barcelona) para a Fira Montjuic, que é um complexo enorme que recebe grande parte dos eventos grandes da cidade. Grande acerto! A organização no geral, a fluência do público entre os shows, acesso aos banheiros, às áreas VIPs e ao galpão de novas mídias estava impecável, muito bem sinalizado e sem grandes problemas de locomoção.

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