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No último fim de semana, dias 10 e 11 de Agosto aconteceu no Parc del Fòrum em Barcelona a quarta edição do Festival DGTL. O evento consolidou o festival como o mais sustentável da Espanha. Contou com a presença de 35 mil visitantes. O foco a cada ano que passa, além das atrações de música, é de se tornar o festival com a menor emissão de resíduos, próximo a zero até o ano de 2020. Um total de 56% das pessoas presentes era espanhola, o restante vinha de 51 países diferentes. O espaço estava dividido em 4 palcos diferentes, sendo o principal o palco Modular no anfieatro. Contou com os headliners do evento, nomes como Dixon, Solomun e Ben Klock passaram por ali, num total de 50 atrações.

Dos principais nomes que passaram pelo evento vale relembrar Carl Craig, Fatima Yamaha, Jamie Jones, KiNK, Maceo Plex, Oscar Mulero, Solomun, Pau Roca, Dixon, Black Coffee e Ben Klock. O evento cada ano se consolida como um expoente para os amantes de música eletrônica. De acordo com o Resident Advisor os 5 ápices do evento foram os sets dos seguintes DJs: Tijana T, quem injetou um frescor e entusiasmo num set de 4 horas. A DJ vem da efervescente cena eletrônica de Belgrado na Sérvia. KiNK, o que também na nossa opinião foi um dos melhores shows do festival. O produtor búlgaro criou uma conexão incrível com a multidão. Black Coffee, quem veio logo após KiNK tinha uma responsabilidade enorme de manter todo o público no êxtase que havia sido deixado por seu predecessor. O aclamadíssimo b2b entre Carl Craig & Cassy, que já tocaram diversas vezes previamente, e tem uma conexão incrível entre ambos, que contagia e levanta o público ao delírio. E por último Honey Dijon, o que particularmente não vimos, mas que teremos em conta para eventos próximos. A definição é que a DJ elevou os níveis de criatividade, intuição e fez um show autêntico, com camadas extravagantes, com vocais do Stevie Wonder sobrepondo camadas de Whitney Houston até Bee Gees por exemplo.

Além do lineup musical com enfoque no techno, o festival também contava com um programa Art & Revolution, uma seleção impressionante de instalações que estavam completamente conectadas com cada show. Cluster 2.0 e Playmodes eram atrações que faziam com que cada show tivesse vida nova, com uma sincronia de luzes e efeitos especiais sincronizados com cada música e abrangendo quase a totalidade dos palcos, o que transformou cada um dos concertos em experiências sensoriais incríveis.

O evento foi um sucesso estrondoso, cada ano superando recordes de anos anteriores. Pouco tempo depois de terminar, o evento já confirmou versão do evento na cidade de Madrid para o próximo dia 5 de Dezembro. Além disso o festival também conta com edições nas cidades de Amsterdam, Santiago, São Paulo, Tel Aviv. Vale conferir, já estamos ansiosos para a próxima edição no ano que vem!

Em poucos dias daremos a largada em Barcelona ao festival DGLT, que ocorrerá nos dias 10 e 11 de Agosto no Parc del Fòrum. A abertura de portas ocorre as 15h e o festival vai noite adentro até as 3 horas da manhã com um lineup super variado, percorrendo os mais diversos estilos de música eletrônica. Pelo quarto ano consecutivo o festival trás alguns nomes consagrados aos palcos e outros que despontarão nos festivais dos próximos anos. O evento é um expoente de inovação e contará em seu cartaz com nomes como Adriatique, Ben Klock, Amelie Lens, Maceo Plex, Honey Dijon, Dixon, Dj Koze e vários outros. Além da grande gama musical, o festival também trará o programa DGTL Art & Revolution, com uma seleção de arte e instalações impressionantes. Cluster 2.0 e Playmodes confirmados como atrações principais prometem deixar até os mais despercebidos boquiabertos. Confira a seguir o lineup e schedule completo para os dois dias do evento e uma pequena amostra do que as instalações prometem!

 

 

Durante os dias 14, 15 e 16 de Junho aconteceu em Barcelona a 25ª edição do Festival Sónar em Barcelona. Em seu aniversário de 25 anos, o evento mais uma vez surpreendeu com lineup e shows espetaculares. Pelo sétimo ano consecutivo, estivemos presente para fazer a cobertura completa do festival. Com éxito absoluto, o festival bateu mais uma vez a cifra de público, atingindo o impressionante número de 126.000 pessoas. Vindas de diferentes 119 nacionalidades para celebrar um dos maiores festivais de música eletrônica do mundo. Um total de 5900 profissionais vindos de 3300 diferentes empresas e meios de comunicação.

Dos 150 artistas que se apresentaram, alguns nomes ainda sondam minha mente, Jenny Hval, Daedelus, Little Simz, Putochinomaricón, Laurel Halo, Black Coffee, Yung Lean, George Fitzgerald, Young Marco, Preditah, Bonobo, Miss Kittin, A-Trak, Demdike Stare, Maribou State, Fatima Al Qadiri, Octo Octa, Goldlink, Ben Klock e os já veteranos Laurent Garnier, Richie Hawtin e Modeselektor foram alguns dos nomes que vimos durante o festival, que dura 3 dias e 2 noites e acontece em 10 palcos diferentes.

Diplo

Sem sombra de dúvidas os nomes mais surpreendentes e shows mais marcantes foram da sul-coreana-americana Yaeji, com seu eletrônico certeiro, promovendo seu último EP Raingurl. Rosalía foi talvez um dos shows mais disputados do festival inteiro. Talvez por erro de cálculo da organização, não foi posta no palco principal do Sonar Dia. Havia uma fila interminável de gente querendo vê-la. Num show curto, não conseguimos ver o início do show, Malamente foi a música de abertura. SOPHIE que tinha álbum recém lançado, fez um show visualmente impressionante, porém não havia muita conexão com o público, e a artista parecia tão high, que mal cantava ou fazia outra coisa senão dançar freneticamente fora de ritmo.

Diplo e Gorillaz também fizeram shows medianos na minha opinião, sem muitos altos e baixos. Porém LCD Soundsystem e Thom Yorke serviram para salvar o festival, que apesar de ter um lineup bom, não tinha muitos nomes de peso. James Murphy com seu poder vocal e maestria no palco, levou o público ao delírio, com um show cheio de luzes e hits. Thom Yorke por sua vez também fez um show bastante forte, porém sem muita conexão com o público, visualmente era incrível e o som bastante envolvente, mas era um show introspectivo.

Para 2019 o festival excepcionalmente acontecerá no mês de Julho, nas datas 18, 19 e 20. Nos vemos ano que vem!

É possível ver alguns shows pelo link disponibilizado pelo próprio festival. Fotos do post também disponibilizadas pelo site.


O verão europeu se aproxima e com ele a temporada de festivais internacionais mais esperados do ano. Como não perdemos nenhuma versão, o Sónar já está em nossas agendas. Nos dias 14, 15 e 16 de Junho acontece a 25ª edição do festival na cidade de Barcelona. No ano passado, passaram pelo festival nomes como Björk (em um DJ set especial), Anderson .Paak, Justice, De La Soul, Cashmere Cat, Moderat, Little Dragon, e muitos mais e nós vimos tudo bem de perto.
Como cada ano consecutivo, o festival se renova com lineups sempre surpreendentes. Esse ano, prometem passar pelos palcos do festival nomes como Gorillaz, Thom Yorke, LCD Soundsystem, Bonobo, Ólafur Arnalds, Diplo e uma lista interminável

O evento de dia acontece na Fira Montjuic, o evento de noite na Fira Gran Via Hospitalet, durante os dias 14, 15 e 16 de Junho e conta com espaços interativos de arte audiovisual, criatividade, inovação e tecnologia além de todos os espetáculos. Até breve!

Nos dias 15, 16 e 17 de Junho aconteceu em Barcelona, Espanha, a 24ª edição de um dos festivais de música eletrônica mais esperados do ano, pelo quinto ano consecutivo o OhMyRock esteve presente para acompanhar de perto e resenhar os pontos altos do evento. Com crescimento exponencial, o festival cada ano supera o ano anterior em quantidade de espectadores. Na versão de 2017 atingiu seu recorde mais uma vez, foram 123.000 pessoas que passaram pelo local. Dividido em Sonar Dia e Sonar Noite, o evento aconteceu em dois locais diferentes. De acordo com a organização, passaram pelo evento pessoas de 100 nacionalidades diferentes, contando com 5500 profissionais, e mais de 2000 empresas de criatividade e tecnologia, que fizeram mais uma vez história.

Já renomado por sua veia tecnológica e de inovação, o festival trouxe centenas de artistas de todas as partes do mundo, para pincelar o futuro próximo da música. Electro e hiphop constam com os maiores nomes do festival, mas o trap teve grande destaque esse ano, além de uma variedade imensa de outros gêneros que desenhoaram os caminhos que a música deve tomar. A abertura do festival ficou por conta de um setlist de 4 horas da multifacetada e multitalentosa artista Björk.

O festival aconteceu durante 3 dias e 2 noites. Correndo sempre entre os palcos, era difícil controlar tudo o que acontecia ao mesmo tempo. Alguns nomes ainda flutuam no ar, mas os que ainda marcam em minha mente são, Tommy Cash, Princess Nokia, Bawrut, DAWN, Yung Beef, Prins Thomas, River Tiber, Elysia Crampton, a deusa do tecnho Suzanne Ciani, Evian Christ, a xôxas Bad Gyal, Jon Hopkins, Clams Casino, Fat Freddy’s Drop, o impressionante Soulwax, Daphni & Hunee, Cashmere Cat, De La Soul, Cerrone, Eric Prydz, Vitalic… a lista é interminável.

Mas os que merecem destaque e que foram os shows mais surpreendentes  foram Justice, com tal potência visual que o maior galpão/stage do festival estava em uma espécie de transe, Moderat transcendendo tempo e espaço, dada sua perfeição. Little Dragon com seu pop/eletrônico agudo e poderoso e Nicolas Jaar muito mais maduro e alucinante que anteriormente.

Arca pelo segundo ano consecutivo, trouxe Jesse Kanda para ser responsável pela parte audiovisual do show. Com um espetáculo extremamente sexy, o venezuelano Alejandro Ghersi usa o palco como passarela para atravessá-la desafiadoramente com seu andar poderoso. Seus gestos, suas poses, são uma mistura de sofrimento e sensualidade, sua voz sofrida tem uma expressividade e intensidade tão grande que deixa todo o público boquiaberto.

 

Anderson .Paak é quase o oposto. Com um show completamente descontraído e divertido leva o público ao delírio com seus hits. De uma energia contagiante coloca inclusive os mais desavisados que estão de passagem para dançar. Domina a bateria como se fosse um brinquedo de infância, e enquanto não o faz, passeia pelo palco com suas danças extremamente sexys, sempre sorrindo, dando a impressão que é a pessoa que mais está se divertindo em todo o show.

SOHN sem dúvida uma das maiores surpresas de todo o festival. O álbum é agradável, então esperava um show parecido. Ledo engano. Funciona muito melhor ao vivo, com seus graves que penetram a alma, as luzes hipnóticas e uma voz tão afinada e poderosa que nem parecia o mesmo frágil som do álbum. O show é intimista, mas muito envolvente, prende do inicio ao fim.

The Black Madonna foi a responsável pelo encerramento do festival, quando toda a multidão da última noite se dirigia para o gran finale. Black Madonna, que de Black ou de Madonna não tem nada, com seus 15 anos de carreira não decepcionou, colocou todo mundo para gastar os últimos restos de energia que sobravam depois de 3 dias de festival. A artista é considerada uma das melhores DJs da atualidade, consolidada internacionalmente e presente nos maiores festivais ou eventos musicais.

O festival recém terminou mas está de olho na edição seguinte, que completa 25 anos, então promete ser ainda mais especial que as versões anteriores. Os primeiros ingressos já foram postos a venda e vendidos instantaneamente. A ansiedade é sempre grande pelo lineup, que sempre surpreende. O festival ainda conta com edições em várias outras cidades pelo mundo.

Nos vemos em 2018!

Como é de praxe, todos os anos realizamos a cobertura completa do Festival Sonar em Barcelona. O evento já avança para sua 24ª edição, e conta em seu histórico com os shows mais icônicos e artistas mais aclamados de todos os tempos. 2016 artistas como ANOHNI, Fatboy Slim e New Order passaram pelo festival. O lineup de 2017 não deixa a desejar, entre suas principais atrações, estão nomes como Björk (em um DJ set especial), Anderson .Paak, Justice, De La Soul, Cashmere Cat, DJ Shadow, Moderat, Little Dragon, Clams Casino e uma lista interminável de atrações.

E evento de dia acontece na Fira Montjuic, o evento de noite na Fira Gran Via Hospitalet, durante os dias 15, 16 e 17 de Junho e conta com espaços interativos de arte audiovisual, criatividade, inovação e tecnologia além de todos os espetáculos. Nos vemos em breve!

Nos dias 11 e 12 de Agosto aconteceu em Barcelona o DGTL Festival, que aparenta ser um dos festivais de música eletrônica mais promissores da atualidade. Com sua carga social e de sustentabilidade, a ideia do evento vai muito além do entretenimento e da música eletrônica por si só. De acordo com o próprio organizador do evento, passaram por ali aproximadamente 35 mil pessoas, recorde de bilheteria em relação as versões anteriores.


O Parc Del Forum, local onde aconteceu o evento em Barcelona, foi completamente repaginado para a data. Naves industriais, andaimes e estrobos de luz intermináveis decoravam o ambiente. O projeto “Art & Revolution” é um dos fundamentais da organização, tomando sustentabilidade como pilar da programação que tem como enfoque dar visibilidade a iniciativas inovadoras que ajudam a reduzir o impacto ao meio ambiente. As iniciativas visam um festival sem resíduos, implementando pela primeira vez um cardápio vegan para as opções de comida, a reciclagem de urina para utilização como fertilizantes vegetais, a contratação de refugiados e imigrantes para trabalhar como colaboradores, dentre várias outras iniciativas.


Já em sua terceira edição na cidade, o evento contou com um lineup espetacular. O primeiro dia contou com nomes como Mano Le Tough, ÂME, Tale Of Us, Solomun, Marcel Dettmann, que não decepcionaram, mas também não ousaram o suficiente para terem seus sets como referência e exemplo de música de qualidade. A história ja muda no segundo dia, a impressão era de que os artistas tinham carta livre, e o ambiente era de um techno mais denso e intenso, o que levou todo o público ao êcstase. Nomes como Daniel Avery, Eats Everything, Derrick May, Coyu, Joy Orbison, Maceo Plex, Jeff Mills, Paco Osuna e Seth Troxler completavam o batalhão, num dia de música de alta qualidade, sets impecáveis e minuciosos.

A largada para a edição de 2018 já foi dada, ainda sem nenhum nome confirmado o público já começa a criar expectativa para o festival que mesmo que ainda de porte pequeno/medio, já alcança um público bastante eclético e exigente. O evento ainda conta com edições em Amsterdam, São Paulo e Tel Aviv.

Fotos: Resident Advisor