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Os leitores do blog já devem conhecer bem Monica Birkenes. Estamos falando da Mr Little Jeans, que tem seu trabalho divulgado aqui desde 2010. Finalmente, o debut Pocketknife está disponível, contendo faixas como a graciosa “Oh Sailor”, que ganhou um clipe tão perfeito quanto a apaixonante canção. Mr Little Jeans já começou a divulgação do seu 1º álbum com o pé direito, por meio de um vídeo para o cativante single “Good Mistake”, que marca o synth-pop etéreo pelo qual a cantora é conhecida. Dirigido por Ian Schwartz e Cooper Roberts, o videoclipe acompanha um caminhoneiro que representa a trajetória de arrependimento abordada na letra, que expõe diversos sentimentos gerados por erros. Enquanto a norueguesa canta dentro de uma cabine telefônica cheia de névoa, é impossível não imaginar que a artista está a poucos passos de fazer companhia para Lorde, Foxes e outras cantoras que não demoraram para chamar a atenção do grande público.

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A demora pode ter sido grande, mas a cada vez que ficamos alguns meses fora, retornamos com tanta novidade que dificilmente uma seleção de oito músicas dá conta. É assim, portanto, que chegamos à ideia do primeiro Friday Mixes 100% dedicado às batidas do futuro, ou, como estamos chamando aqui no blog, ao future-pop. Do jersey ao trap, do bass aos inúmeros estilos de som ainda sem classificação, a única regra a esses remixes é que na verdade não existem regras, cabendo apenas aos produtores “viajarem” sem restrições para nos surpreender com as ideias mais mirabolantes que vierem em suas cabeças. A palavra da vez é “surpresa”, e é assim – mesmo que repleto de nomes conhecidos como Beyoncé, Rihanna, Mariah Carey, St. Lucia, Justin Timberlake, Ciara, Drake e Panama – que gostaríamos de marcar essa edição. Feche os olhos e aperte o play, pois a viagem é certa!

OBS.: Remixes individuais após o jump, clicando na foto acima ou AQUI.

MIXTAPE: Friday Mixes 59 #REMIXED

Clique aqui para os remixes individuais >>

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Quem já recorreu a hábitos nada saudáveis para tentar esquecer alguém vai se identificar com a letra melancólica da agitada “Habits”. O lançamento do EP Truth Serum fez a sueca Tove Lo criar um novo clipe para sua música mais pegajosa, que já tinha um ótimo clipe, retirado do ar após a divulgação do novo trabalho. A direção de Motellet aposta em uma câmera que acompanha a cantora em suas tentativas de tirar alguém da mente por meio de muita bebedeira, pegação e outras coisas que afloram a vulnerabilidade da sueca, que não apenas se diverte bastante, mas também se entristece pelo vazio que sente. O clipe é tão bom que quase nos faz esquecer que a Tove Lo não incluiu a deliciosa “Love Ballad” no EP, que conta com ótimas músicas como “Out Of Mind”.

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Dona de dois clipes sensacionais (se você ainda não vi, já passou da hora de conferir “Undiscovered” e “Cold Front”), Laura Welsh é um nome que tem tudo para fazer tanto sucesso quanto Jessie Ware, Sky Ferreira ou MS MR. Assim como em “Unravel”, Laura Welsh cria uma balada pop sedutora e épica, chamada “Betrayal”. O vídeo do novo single representa a melancolia da inglesa por meio de imagens de estética caseira, aparentemente sem nenhuma conexão entre si.

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Com “Girls”, a sueca Beatrice Eli mantém o alto nível de suas canções anteriores, como a fantástica “Violent Silence”. Com uma energia semelhante à sonoridade do Cardiknox, a nova música de Beatrice Eli aposta em um synth-pop com toques sombrios e nostálgicos. O clipe da canção foi dirigido por Senay Berhe, que começa o vídeo focando o rosto da cantora, que canta iluminada por diferentes cores e em um ritmo que acompanha as batidas da música. Aos poucos, vemos que a artista está deitada com outras garotas, que fazem uma coreografia intrigante vista de cima.

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Em seus clipes anteriores, BANKS já se mostrou capaz de expressar a sensualidade das músicas “This Is What It Feels Like” e “Warm Water”. Entretanto, se você pensa que a cantora não poderia se superar, o vídeo de “Brain” vai fazer você mudar de opinião, pois a artista parece tentar hipnotizar o público, a partir de olhares penetrantes e movimentos sedutores, sem perder a elegância. O diretor Barnaby Roper retrata a cantora por meio de cortes rápidos e efeitos que intensificam o impacto das imagens, que começam em preto e branco, mas ganham cores quentes quando a música eletrônica fica mais explosiva.

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Para divulgar o EP ZERO, a australiana Chela fez um clipe para o single que dá nome à compilação de remixes. “ZERO” é uma música que parece saída de uma danceteria da década de 1990 e que não deve nada aos lançamentos anteriores da cantora, como “Vegas Nights”. O novo eletro-pop da artista equilibra guitarras com sons que remetem ao ska. O vídeo da canção exibe a cantora dançando e cantando em uma espécie de balada cheia de fumaça e luzes em tons de violeta, na companhia de uma banda e de figuras horripilantes, principalmente por causa dos olhos brilhantes.

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