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Marcado para 3 de março de 2014, o álbum Glorious promete ser um dos lançamentos mais agradáveis do ano. Basta ouvir as músicas que a Foxes já divulgou para entender o motivo. O single “Let Go For Tonight” é o novo passo para que a cantora finalmente alcance um público ainda maior. A nova versão da música tem um tom épico que foi retratado com primor pelo diretor Marc Klasfeld, que captou bem a energia da música e a imagem vibrante da artista. O vídeo tem produção e edição impecáveis, deixando o público com vontade de participar da guerra de comida que vai colorindo o cenário branco.

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Se você ainda não escutou “Los Angeles”, prepare-se para mais um vício. Caso você já esteja viciado no primeiro single do Memoir desde que apresentamos o trio aqui, temos ótimas notícias. A primeira diz respeito ao lançamento do álbum de estreia, denominado Fire In Me e agendado para março de 2014. A segunda boa notícia é a divulgação do clipe de “Los Angeles”, seguida do lançamento do clipe da poderosa “Look Away”. Dirigido por J. Fisher, o novo videoclipe ilustra a nostalgia da música nos apresentando a um casal apaixonado e deslumbrado por Los Angeles, além de exibir cenas em que a vocalista Dena Deadly aparece imponente pela cidade, inclusive na companhia dos integrantes do grupo (Zedd Kelley e Remington Garner), que tem potencial para se transformar em um dos principais destaques do ano se o debut tiver canções tão pegajosas quanto essa.

Arthur Beatrice

Apresentamos os ingleses do Arthur Beatrice aqui no blog em maio de 2012 e desde então cobrimos todos os lançamentos da banda (“Grand Union”, “Vandals”, “Charity” e “Not Without Thinking”). Eles lançaram o EP Carter ano passado e receberam inúmeras comparações com o The xx, mas para nós, sua sonoridade vai além. A banda, que não liga para divulgações e anúncios pomposos, tomou seu próprio tempo pra gravar e produzir seu primeiro disco, Working Out, que sai dia 3 de fevereiro pelo selo independente OAR Records em parceria com a Polydor.

Para dar um gostinho do que esperar do trabalho dos ingleses, eles resolverem relançar a canção que começou com tudo: “Midland”. Um pop grandioso repleto de pianos e melodias dinâmicas, não foi a toa que a canção virou uma das nossas 10 favoritas de 2012. Trazendo para cena atual, imagine uma versão mais intensa do London Grammar com vocais masculinos e femininos entrelaçados sobre uma produção orgânica elegante até a última nota que você terá ideia do tamanho do material da banda.

Arthur Beatrice – Midland

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Apesar do Cashmere Cat permanecer desconhecido aqui no Brasil por enquanto (fizemos o primeiro post brasileiro do cara mês passado aqui no blog), o estilo único do produtor – que mistura de forma sexy elementos etéreos com batidas downtempo/chill/trap/o que quer que seja – tem inspirado uma série de produtores a saírem da zona de conforto em seus trabalhos. E é dessa “escola” que saiu a “versão-cachorro” do Cashmere Cat. Diretamente de Sydney, Australia, conheça o Basenji.

Ouvir a nova produção do australiano e não se sentir eufórico é praticamente impossível. Apesar da clara influência do Cashmere Cat, em “Dawn”, seu novo single, Basenji entope seus três minutos com tantos sons diferentes e inusitados que a inspiração acaba virando homenagem. Começando com uma batida militar, a produção te convida a embarcar numa montanha-russa sonora que abusa de drops, recortes vocais e uma percussão tropical para criar o que é absolutamente uma das coisas mais criativas e inovadoras que 2013 nos trouxe. É ouvir para crer.

Basenji – Dawn

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Quando a Australia se junta com a California, a gente sabe que o resultado vai ser, no mínimo, interessante. A dupla Wunder Wunder é formada por nomes conhecidos, os produtores Aaron Shanahan e Benjamin Plant (do Miami Horror), que saíram de Melbourne para se instalar na ensolarada Los Angeles, dispostos a fazer música pra quem gosta de música. Os sintetizadores do Miami Horror ganharam os ouvidos de muita gente, e o Wunder Wunder (antes conhecido como Honeymoon) agora promete dominar as playlists dos fãs do pop psicodélico dos anos 60 e 70. Para quem não cansa do som do Tame Impala e do Splashh, o primeiro single da dupla, “Sure Stuck”, é uma ótima pedida.

A faixa começa com uma batida fácil de grudar na cabeça, e, graças a sintetizadores epidêmicos, em menos de um minuto já mostra a que veio. Os quase 7 minutos de música te levam numa viagem deliciosa, que tem cara de verão californiano e tardes caleidoscópicas. A vibe retrô do single faz jus à proposta da dupla de homenagear o pop psicodélico de décadas atrás, mas ao mesmo tempo é inegável que os sintetizadores do Wunder Wunder também podem te fazer pensar em como seria um pop psicodélico do futuro.

Wunder Wunder – Sure Stuck

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Depois de anos e anos lançando mixtapes, remixes e produções para outros artistas, finalmente a banda inglesa de synth-pop Fear Of Tigers prepara o lançamento do seu primeiro disco, anunciado com o primeiro single, “Christmas In Kaohsiung”, que é exatamente o que você pode esperar do que produtores com uma enorme bagagem adquirida quanto eles é capaz de fazer.

Ao contrário do que você possa pensar, “Christmas In Kaohsiung” não tem nada a ver com uma canção de Natal além da vibe celestial que a produção traz consigo. Soando como um encontro do The Sound Of Arrows com o Madeon numa rave, a canção não abre espaço para respirar com seus inúmeros efeitos, samples e surpresas escondidas em cada canto da mirabolante produção, que enaltece grudentas melodias dos vocais. Para acompanhar o caleidoscópio de sons da canção, o clipe da faixa, gravado em Kaohsiung  e dirgido pelo chinês Chia-Yi Lin, não fica pra trás da produção e necessita ser visto para que a experiência se torne completa.

Fear of Tigers – Christmas In Kaohsiung

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Apesar do nome não soar muito familiar por aqui, os produtores Yellow Claw já tem um público bastante significativo espalhado pelo mundo. Formados inicialmente em 2010 em Amsterdam, Holanda, o trio criou uma festa num dos clubes mais badalados da cidade na época, o Jimmy Woo. Com uma trajetória bastante peculiar, lançaram alguns singles que atingiram o topo das listas na Holanda e na Bélgica durante os anos de 2012 e 2013. Também já estiveram associados ao selo do renomadíssimo Diplo, Mad Decent, o que os deu visibilidade. Atualmente fecharam contrato com o selo Spinnin’ Records, que tem artistas como Avicii e Digitalism, coisa que os alça para uma carreira ainda mais promissora.

Após firmar contrato com a nova gravadora, decidiram finalmente lançar seu primeiro single internacional, Shotgun, com participação especial da artista Rochelle, que dá um toque mais ousado à música. Os Yellow Claw se definem em algo entre dubstep, electro house e trap music (estilo originado do hiphop). O vocal sexy e poderoso da Rochelle dão um tom pop à faixa, nos remetendo em alguns momentos à Rihanna. A estética do vídeo e alguns momentos da música mostram uma influência da veia world-music da M.I.A. Fato curioso é que a música tem influências claras do estilo moombahton, criado em Washington em 2009, e que desde então mudou os rumos da música eletrônica. Trata-se de uma mistura bem sucedida entre dubstep e reggaeton, e sua principal característica é colocar até uma múmia para dançar. Tá aqui a prova desse fato.

Yellow Claw – Shotgun (Ft. Rochelle)