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O EP Broods possui várias músicas que ressaltam o talento dos irmãos Georgia e Caleb Nott, que formam o duo Broods. Com uma produção de invejar muitos artistas iniciantes, o debut da dupla neozelandesa mescla uma pegada pop cheia de synths com os vocais delicados dos irmãos, que podem cair no gosto dos fãs de grupos como CHVRCHES e Au Revoir Simone. Depois da música “Bridges”, é a vez de “Never Gonna Change” ganhar um videoclipe. O diretor Remi Weekes soube aproveitar bem o clima sutil da música para criar uma atmosfera de fantasia para a história de um cara que volta para sua amada depois de imergir de um lago, mas a água continua pingando do corpo e afetando tudo ao seu redor.

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Apesar de novato, o produtor francês Fitzroy, que vem direto de Paris, está provando aos poucos que é mais entendido do que sua idade possa sugerir. Do recém-lançado EP Noah, que saiu semana passada pelo selo Cosmonostro Records (e que está sendo distribuído gratuitamente por aqui), “Cabriolet” merece atenção graças a mistura inusitada de guitarras melódicas com batidas relaxantes repletas de grave, que provavelmente irão te induzir ao transe. A produção – que poderia facilmente integrar a tracklist do novo álbum da Beyoncé – já se sustentaria por si só, mas a adição de vocais hip-hop alterados e recortados é bem vinda e ajuda a coroar a canção, apesar de curta, em mais um belo reflexo dessa nova safra de produtores que miram para o futuro.

Fitzroy – Cabriolet

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Os clipes do Sivu costumam ter um aspecto caseiro, como em “I Lost Myself”. O novo single do artista também segue a mesma estética, sob a direção de Adam Powell, que filma o cantor em vários locais de Los Angeles enquanto seu terno verde surge multicolorido devido a efeitos especiais. “Can’t Stop Now” não faz parte do EP I Lost Myself, mas é tão boa como as músicas do debut do cantor, que já havia nos encantado com “Bodies” e “Better Than Me”, graças a um rock suave na mesma linha do COIN e do Smallpools.

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O trio HAIM dispensa apresentação, pois o disco Days Are Gone tem feito a cabeça de muita gente desde que foi lançado. Após a divulgação das músicas “Falling” e “The Wire”, chegou a vez de “If I Could Change Your Mind” ganhar um clipe excelente. As irmãs Alana, Danielle e Este aparecem tocando, cantando e dançando uma coreografia que pode ser facilmente colocada em prática, com direito a jogadas de cabelo, batidas de palmas e olhares penetrantes. Quem dirigiu o vídeo foi Warren Fu, que soube utilizar bem a fotografia quente de Fatima Robinson para dar um ar ainda mais animado ao material.

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Nada mais apropriado para uma figura enigmática como o Jaymes Young fazer um clipe repleto de sombras, fumaças e símbolos. “Dark Star” é um pop sombrio que utiliza o dubstep em sintonia com o vocal suave e os outros elementos sonoros da canção. No clipe dirigido pelo próprio artista em parceria com Mollie Tarlow, a fotografia em preto e branco combina com o tom melancólico da música, que pode ser encontrada no EP Dark Star.

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O Thief é um projeto criado pelo australiano PJ Wolf e era conhecido inicialmente como Thief Urban. O produtor já lançou um EP chamado Closer, mesmo nome do single que ganhou um clipe que hipnotiza por conta das imagens vibrantes captadas pelo diretor Robert Wallace. Com influências que passam por artistas como Fryars, Sliimy, Frank Ocean, Metronomy, Snorlax e Hot Chip, a música “Closer” aposta em vocais em falsete e sintetizadores que geram um clima bastante alegre e dançante.

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Os traços marcantes da Owlle são realçados no clipe do seu novo single. Trata-se de “Don’t Lose It”, ótimo exemplar do talento dessa cantora francesa que lançou o álbum France em janeiro. Apesar de já ter lançado um videoclipe para a grudenta “Ticky Ticky”, o novo trabalho audiovisual serve como uma maneira de divulgar o debut e ainda destacar a identidade visual da artista. O começo do clipe dirigido por Sailor Lvne apresenta o nome da cantora com uma suntuosidade presente em todo o material. A ruiva surge confiante em meio a figuras geométricas iluminadas com elegância. À medida que a música deixa o tom intimista e se entrega a sintetizadores eletrônicos, a cantora se solta no cenário, sem exageros nas expressões e nos movimentos, provando que não faz apenas um som de alta qualidade, mas também possui uma presença tão forte quanto a de qualquer outra veterana do pop.

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