Apr 10, 2012

Tanlines – All Of Me

Em 2010 escrevemos sobre o Tanlines e o quão promissores eram. O duo apareceu pela primeira vez em Junho com o EP Settings, e só agora, no dia 20 de março, foi lançado o tão esperado primeiro álbum, Mixed Emotions. O som é uma mistura de afro com synth-pop e trás uma harmonia tão deliciosa e familiar que você vai ficar se perguntando de onde conhece a música (e se descobrir, volta e conta pra gente!).

O primeiro single, “All Of Me”, resume bem a diversidade do disco graças a efeitos eletrônicos, palmas, sintetizadores, teclados e um vocal suave. A melodia e os arranjos são impecáveis, e mostra um grupo se alimentando da mesma fonte que os Vampire Weekend, Delorean, El Guincho e outra infinidade de novas bandas que buscam no world music um toque de requinte para seu trabalho. O vídeo, dirigido pelo comediante Julian Barratt (do seriado britânico The Mighty Boosh), tira o foco da produção pop-tropical e aponta pra um lado ligeiramente mais sombrio, mas que no final vira uma crônica repleta de humor negro que se passa em plena Guerra Fria.

Tanlines – All Of Me

O disco do Tanlines, Mixed Emotions, foi lançado no dia 20 de março.

Apr 10, 2012

Fibes, Oh Fibes! – Goodbye To Love

Esse mês está cheio de novidades e uma delas é o Album, segundo disco dos suecos Fibes, Oh Fibes!. Já falamos por aqui dos dois primeiros singles, “Cerahtonia” e “Apex Of The Sun”, que contaram com a produção do Pontus Winnberg (do Miike Snow), e agora voltamos para falar do último lançamento antes do disco, o single “Goodbye To Love”.

Já tive a oportunidade de ouvir o disco e posso dizer que fiquei imensamente contente com a escolha de “Goodbye To Love” para single. No Album, a canção vem em duas versões, uma mais lenta, que fecha o disco, e essa versão mais agitada, que conta com co-produção do John Eriksson, o “John” do Peter Bjorn & John. E basicamente, é apertar o play pra ouvir aquela mesma bateria vintage de “Young Folks” servir de base para mais uma melodia que parece ter saído dos anos 70. Como o hit indie de 2006, o single chega com uma produção mais clássica e menos eletrônica, com um riff de guitarra esporádico que pontua a música além de violinos e maracas, que aparecem a partir do segundo refrão.

Fique animado para o Album, que sai no dia 18 de Abril. Mas aviso, fiquem ligados no Oh My Rock para uma entrevista última surpresa antes da data.

(Via)

Apr 10, 2012

Queen Of Hearts – Neon

Depois de lançar uma das músicas com mais cara de verão do ano (estou falando de “Sol”, do Mausi), o amigos do All Things Go e seu recém inaugurado selo independente ATG Records adicionaram mais uma aposta ao seu repertório, que, para nossa surpresa, não é ninguém menos que a britânica Queen Of Hearts, que comentamos em Junho passado e que causou furor com seu primeiro EP, The Arrival, que inclui nossas favoritas “Black Star” e “Shoot The Bullet”.

A faixa que carrega essa parceria é “Neon”, que consegue juntar em seus quatro minutos todas as características que nos fizeram cair de amores pela jovem de 24 anos, dos vocais sussurrados às batidas agressivas. Tudo começa como um típico affair electro com um recheio ligeiramente dubstep, até que sua produção ganha uma sonoridade mais pop em seu refrão, repleto de synths e melodias bonitas, não muito distante do que estamos acostumados a ouvir de gente como Kylie ou Goldfrapp, por exemplo.

Curioso é que de acordo com o Stephen, editor do blog, o lugar em que ele conheceu a Queen Of Hearts foi aqui no Oh My Rock (!!). O lançamento do single Neon se dará no dia 14 de Maio, pelo selo ATG Records, cujo single ainda conta com a bônus “Tears In The Rain” (produzida pelo Stefan, do The Sound Of Arrows) e remixes por gente como Mark Reeder (Pet Shop Boys, Depeche Mode), Perseus, Ghost Beach e Lightwaves. Para comprar o EP ($10 já com envio para o Brasil), basta clicar aqui.

Apr 2, 2012

Matt Corby – Brother

Ao meio da interminável onda de novos artistas que falamos todos os dias, alguns eu prefiro guardar e testar com o tempo antes de sair soltado hipérboles por aí. O último desses é o Matt Corby, cujo primeiro single, “Brother”, soou pra mim como um daqueles “singles revelações” que me fez correr atrás de tudo que o artista já fez. Assim como poucos, como Nicola Roberts e mais recentemente a Pepper, Corby é uma daquelas raras jóias que viu seu começo em um reality show musical, o Australian Idol, que participou quando tinha apenas 16 anos, em 2007. De lá pra cá, ao invés de seguir muitas vezes o caminho mais fácil, o rapaz permaneceu verdadeiro a si mesmo, compondo algumas canções folk intimistas e tocando em bares pequenos, até que esse ano surgiu com um visceral EP de 4 faixas, que mudou sua imagem por completo – e pra muito melhor, diga-se de passagem.

O EP, Into The Flames, é que trouxe “Brother” como o primeiro single oficial do rapaz. Mesclando blues, soul e folk, a canção reflete com masteria as melhores características do disco, em uma canção esquizofrênica e mutante, que te deixará na ponta da cadeira durante seus quatro minutos. Quando apertar o play, melhor não tentar descobrir o que é refrão ou o que é verso e se aventurar por completo em sua estrutura inusitada. A canção começa com o canto mais esquisito que vimos em uma canção indie desde “White Sky” do Vampire Weekend, mas apesar do abrasivo começo, o que se segue são delicados versos chegados no folk, que vão te fazer lembrar na hora de um Bon Iver da vida. Mas de angelicais, os vocais em falsetto logo viram uma besta feroz em seu refrão antêmico, à-la Mumford & Sons, cantado quase aos gritos por Corby e que explode na mais crua energia, culminando em um intenso e rítmico número, um que certamente será lembrado naquele clássico saldo de fim de ano.

Matt Corby – Brother

Matt Corby – Brother (Lancelot Remix)

Se gostou do que ouviu, recomendo que ouça seu EP Into The Flames, que pode ser comprado aqui.

Apr 2, 2012

Wild At Heart – Darling

Os suecos Li Stanley e Erik Lindestad já lançaram algumas músicas sob o nome de Cleast Eatwood, mas agora chegam de volta com um primeiro single oficial para dar início à divulgação do seu trabalho. Agora com um nome mais sério, Wild At Heart, a banda aproveitou a mudança para amadurecer e trabalhar ainda mais seu som, fato que fica nítido ao ouvir o primeiro single após a mudança, “Darling”.

Para produzir a música e causar uma boa impressão, o duo chamou ninguém menos que seus conterrâneos do The Sound Of Arrows para produzir o single, mas mesmo sem essa informação, é bem fácil deduzir que “Darling” teve pelo menos um dedo dos caras. O single já começa com aqueles sintetizadores sci-fi que estão em todas as canções dos Arrows, mas apesar da produção fantasiosa e space-pop, o que temos é um retrato tangível de um amor que está prester a acabar, inclusive com um refrão engraçadinho (“Darling don’t get over me, get under me instead”) que gruda com uma certa facilidade. Um breakdown com “nanana”s e alguns efeitos sonoros que mais parecem estrelas brilhando no céu completam sua atmosfera mágica, nos deixando seriamente intrigados para as próximas aventuras que a banda tem a nos oferecer.

Wild At Heart – Darling

Os planos do duo para um disco ainda não estão certos, mas se gostou do que ouviu, lá no Bandcamp deles tem mais uma série de demos não finalizadas compiladas para audição, inclusive com um cover bem divertido de “Electric Feel”, do MGMT.

Mar 30, 2012

Jai Paul – Jasmine

Nenhuma música apareceu mais vezes aqui no blog que o brilhante primeiro single do Jai Paul, “BTSTU”. Descrevemos a faixa em 2010 como “uma verdadeira festa soul do futuro”, ou se preferir, uma “versão 2020 do FutureSex/LoveSounds, do Justin Timberlake“. O hit ainda figurou entre nossos “10 Posts Mais Injustiçados de 2010″ e entrou na 24º posição da nossa lista de melhores singles de 2011, ano em que o artista firmou um contrato oficial com a XL Recordings (Vampire Weekend, Adele), e que aproveitou para relançar o single. De lá pra cá, a canção ganhou remixes, covers, e serviu até de sample pro Drake, mas Jai Paul manteve-se calado – até hoje, pra ser mais exato.

O homem por trás da música permanece um mistério, mas “Jasmine” nos dá esperança que o lançamento de um disco é iminente. Com vocais sussurrados e uma produção mais lenta e sombria, descrita pela Pitchfork como “uma versão echo-pop de “Something About Us”, do Daft Punk“, “Jasmine” é um sensual pedaço de R&B que soa como uma espécie de The Weeknd tentando ser mais funky, tudo isso graças a sintetizadores bem leves e a um baixo que parece cantar mais alto que o próprio Jai Paul. Interprete como quiser, só não deixe de ouvir essa pérola.

Jai Paul – Jasmine

Mar 30, 2012

Dirty Projectors – Gun Has No Trigger

Demorou três anos, mas finalmente podemos ouvir agora o primeiro gostinho do novo disco dos Dirty Projectors, “Gun Has No Trigger”. Donos do segundo melhor disco de 2009 (#TeamAnCo), a banda faz um som experimental mas que certamente não afasta os leitores mais pacientes, muito pelo contrário, pelo menos de acordo com o Bitte Orca, o último disco da banda, suas canções tendem a crescer mais e mais com o tempo.

O novo single segue esse padrão, mas usando uma nova fórmula. Com uma sonoridade mais crua e completamente oposta ao single que encabeçou o Bitte Orca, a paleta de cores vibrante do grupo está um tanto mais pálida aqui, mas não menos interessante. Com incessantes harmonais vocais cantadas por Amber e Angel Deradoorian, as mulheres do grupo, a canção é comandado pelos vocais dramáticos de David Longstreth, que juntos a uma bateria leve e um baixo suave, nos conta uma história sombria e um tanto desesperadora, tal como seu título supõe.

Dirty Projectors – Gun Has No Trigger

Novidades do novo disco do grupo devem sair a qualquer momento, mas sua previsão é para o primeiro semestre de 2012, pelo selo Domino Records.

Mar 30, 2012

Friday Mixes – Vol. #37

Apesar de não ser nosso foco, o Friday Mixes sempre foi parte do nosso blog. Na coluna, músicas já conhecidas ganhavam uma segunda chance pra brilhar, e os ganhos foram tantos (tanto para o blog quanto para os leitores), que assim chegamos na 37ª edição. No caminho conquistamos novos leitores, convencemos que remixes não eram apenas “versões eletrônicas” e, principalmente, espalhamos a “boa música” na mão de diversos DJs e no som de várias pickups, mantendo o repertório sempre renovado.

E por falar em novidades, marque o número dessa edição. A partir do volume 37, você vai ouvir os Friday Mixes do jeito que deveria ter ouvido desde a primeira edição: completamente mixados – profissionalmente. A ideia foi culpa do nosso amigo e leitor de longa data, o DJ Amplis, e logo abaixo você pode conferir o resultado dessa parceria. O estilo continua o mesmo: temos abaixo oito das principais novidades que surgiram recentemente, e graças ao Amplis, os estilos diferentes, as mudanças de ritmo e tudo o que sempre inviabilizou essa mixagem na minha cabeça vira um simples quebra-cabeça nas mãos do cara, que juntos a uma seleção de faixas explosivas e completamente dançante, termina com 27 minutos de puro delírio musical. É o seu Friday Mixes de sempre – mas de um jeito extremamente mais agradável agora.

Friday Mixes (REMIXED) #37

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Miike Snow – The Wave (Style Of Eye Remix)

Honestamente eu não acho que as músicas novas do Miike Snow “precisem” de remix como andei lendo por aí. Mas isso não quer dizer que um remix não possa torná-las melhor. Aqui, o sueco Style Of Eye nos traz sua versão de “The Wave”, que apesar de não superar a original, provavelmente deve servir como uma luva a quem estava pedindo por remixes do disco. Com um começo de recortes vocais que cantam “bang bang”, a canção mantém pouco da bateria militar da original mas adiciona também batida ameaçadora e progressiva, mas completamente dançante, com direito a cowbells e até um pouco de gingado. No refrão, as coisas páram e a versão original chega a dar uma palhinha, só para suas batidas voltarem com tudo para um drop final que fará sua cabeça dar algumas voltas.

Miike Snow – The Wave (Style Of Eye Remix)

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Charli XCX – The End Of The World (Rise & Fool Remix)

Charli XCX tem que aproveitar o (pouco) número de canções que tem, e é exatamente por isso que já se apropriou (e já está cantando em todos os shows) a música “The End Of The World”, um single lançado em parceria com o Alex Metric. Se você não conhece a original, sem problemas, visto que os promissores DJs franceses Rise & Fool de deixarão com a melhor impressão da música. Na primeira metade você tem a chance de conhecer um pouco a versão original, só que num ritmo decididamente mais lento e um tanto gentil aos ouvidos. Mas não se acostume. Na casa dos 2:25 a música vira do nada um número completamente diferente, com sintetizadores, vocais robóticos e batidas electro se mesclando a efeitos de video game e samples disparados a todos os lados, tal qual uma daquelas bagunças organizadas (e completamente brilhantes) do Madeon. Até agora, certamente o melhor remix de 2012.

Charli XCX – The End Of The World (Rise & Fool Remix)

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Foster The People – Don’t Stop (Color On The Walls) (Kat Krazy Remix)

Na última edição eu apresentei o remix do St. Lucia para “Don’t Stop”, do Foster The People, e enquanto a outra versão servia perfeitamente como uma “alternativa melhorada” à original, certamente seu foco não era as pistas. Felizmente, a Kat Krazy tem o remédio pra isso, graças a um remix simplesmente bombático da música, também melhor que a original. Batidas electro e sintetizadores pulsantes culminam em drops e uma produção extremamente contagiante, que explode no refrão graças a um baixo que literalmente botará a pista pra tremer. Imperdível.

Foster The People – Don’t Stop (Color On The Walls) (Kat Krazy Remix)

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Martin Solveig – The Night Out (Madeon Remix)

Incrível como as produções do Madeon são inconfundíveis. Basta ouvir os primeiros 30 segundos do seu novo remix, pro novo single do Martin Solveig, pra saber na hora que é o rapaz de 17 anos que está à frente do projeto. Suas produções geralmente encaixam o maior número de samples possíveis por segundo quadrado, entrando na mistura de efeitos de videogame a lasers e batidas dubstep. O refrão fácil de “The Night Out”, cantado pelo próprio Solveig, segura as pontas e faz da música acessível em todos os aspectos – do refrão grudento à produção espetacular, que certamente chama a atenção de qualquer ouvinte.

Martin Solveig – The Night Out (Madeon Remix)

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Lana Del Rey – Summertime Sadness (Adrien Mezsi Remix)

“Summertime Sadness” é uma das minhas (muitas) preferidas do disco de estreia da Lana Del Rey, o Born To Die, e aqui ela acaba de ficar um pouquinho maior. Além da duração ligeiramente extendida, a balada melancólica de Lana ganha uma roupagem piano-house completamente diferente, com drops de sobra e um riff de sintetizadores que soa mais como obra do Avicii. O resultado é um monstro dançante de grandes proporções, daqueles que você nunca imaginou que fosse ouvir da música.

Lana Del Rey – Summertime Sadness (Adrien Mezsi Remix)

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Marina & The Diamonds – Primadonna (Benny Benassi Radio Edit)

Sinceramente não sou muito fã do Benny Benassi. Suas produções são aquilo – o mais do mesmo, o “farofa” como dizem por aí. Seu remix de “Primadonna”, novo single da Marina & The Diamonds, segue a mesma história. Não que ele seja ruim, na verdade, mas é exatamente o que seus amigos pensam quando você fala a palavra “remix” pra eles: uma versão mais dançante, mais uniforme, com batidas agressivas que acabam trazendo alguns drops e aquela sensação de que funciona perfeitamente em qualquer pista. Mas pra ouvir em casa, fique com a original ou espere por outros remixes.

Marina & The Diamonds – Primadonna (Benny Benassi Radio Edit)

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Madonna – Girl Gone Wild (Dave Audé Radio Edit)

Madonna tentou fazer uma extravagante reunião da dance music moderna em seu novo disco, o MDNA, mas o resultado foi um fiasco (culpe os produtores por isso). Felizmente, nos tempos de hoje qualquer trabalho mediano consegue ser salvo graças a milagrosos DJs, como por exemplo aqui, no trabalho que o Dave Audé fez pra “Girl Gone Wild”. Versos mais melódicos chegam acompanhados de um violão acústico mas sem esquecer das batidas electro, que com a chegada do refrão, anunciado por sirenes, ficam ainda mais eufóricas, acrecentando ainda sintetizadores e um som mais pesado, que no geral servem como a faísca que ficou faltando na original.

Madonna – Girl Gone Wild (Dave Audé Radio Edit)

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Katy Perry – Part Of Me (RAC Club Mix)

Falem da Katy Perry, mas não falem que seus singles não rendem bons remixes. O mais novo da ex-pinup-lésbica é “Part Of Me”, propulsor do re-lançamento do seu Teenage Dream, que chega ainda com uma série de remixes para todos os gostos. Da safra, o remix do RAC pode não ser o mais dançante, mas seguindo a tradição dos americanos, certamente é o mais bonito e bem trabalhado, com uma produção suave, ligeiramente animada e com instrumentos pontuados com precisão. Mesmo que não seja pela música, deixe o RAC te convencer – novamente – de que qualquer coisa vira ouro em suas mãos.

Katy Perry – Part Of Me (RAC Club Mix)

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[PACOTE COMPLETO] ♫ Friday Mixes #37 (D/L: Botão direito, Salvar como…)

O DJ Amplis toca nas melhores festas indies de BH, basicamente as que acontecem na Mary In Hell e na D-Duck. Se você gostou do que ouviu e quer que continuemos com essa ideia, vá lá, prestigie suas festas. E se não puder, tenho certeza qualquer comentário também seja bem vindo. Até a próxima!

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