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O R&B da Solange flerta com o pop e com batidas eletrônicas, como foi possível notar em “Losing You” e “Lovers In The Parking Lot”, que acaba de ganhar um videoclipe dirigido por Peter J. Brant, Emily Kai Bock e pela própria Solange. “Lovers In The Parking Lot” faz parte do EP True, lançado em 2012. Os passos de dança da cantora em seu mais recente videoclipe são sincronizados com a música, que une a suavidade dos vocais da irmã de Beyoncé com elementos sonoros que grudam na cabeça. O clipe acerta ao apostar em uma coreografia delicada e em uma montagem que alterna as cenas de maneira fluida, além da ótima fotografia capaz de transformar uma simples galeria de lojas em algo cheio de vida, devido ao modo como os locais são iluminados.

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Após Lana Del Rey lançar a incrível “Young and Beautiful” para a soundtrack do filme The Great Gatsby, ela resolveu continuar a promoção com um videoclipe para a faixa. O vídeo segue exatamente aquilo que Lana tem feito de melhor desde que surgiu com “Video Games”: imagens com filtros vintage e um tom amador. Enquanto ela canta – bastante expressiva – para a câmera, temos intercalações com uma orquestra pronta para executar o instrumental da música. É simples, mas é Lana e sabemos como ela consegue, com seu encanto, transformar até as coisas mais simples em produções grandiosas, criando obras-primas com um baixo orçamento. Já pode dizer que ela roubou toda a atenção dessa soundtrack que trouxe ainda Beyoncé, Sia, e Florence + The Machine?

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Estamos apostando nossas fichas na Florrie há quase 3 anos, quando ela ainda era uma semi-desconhecida. Por trás dessa fofurinha de cabelos loiros está a vocalista, multi-instrumentista, modelo e (quase) dançarina Florence Arnold, que já teve algumas de suas músicas comentadas por nós, como “Give Me Your Love“, “Call Of The Wild“, “Begging Me” e “Experimenting With Rugs“. Mas mesmo com os burburinhos em 2010 e 2011, Florrie andava meio esquecida. Há poucos dias, entretanto, a cantora voltou à tona com uma nova música, que é trilha sonora para uns fones de ouvido da Sony. Apesar disso aqui não ser merchandising, não há como negar que o combo se trata de uma perfeita jogada de marketing, visto que nada melhor que um bom fone de ouvido para nos imergir e nos fazer ouvir em looping cada um dos detalhes de suas músicas.

A nova canção, “Live a Little”, é sem dúvida uma das melhores de sua carreira e chega ainda mais recheada de detalhes. Contando com um trompete genial que parece ter saído de “Crazy In Love”, da Beyoncé (e que faz da música uma verdadeira fanfarra), a ação promocional ainda traz um clipe de ideia geniosa, onde Florrie e seus clones tocam cada um dos instrumentos que compõe a produção, alternando entre trompete, bateria, baixo, guitarra, tambourine e sem esquecer das graciosas palminhas. Com arranjos sensacionais e uma percussão muito bem elaborada, a faixa ainda conta com um delicioso refrão que te põe pra cantar e dançar logo de primeira, consolidando o pop classudo de Florrie como uma versão mais alternativa e moderninha da Kylie Minogue. Com a nova faixa, a impressão que fica é que Florrie se atirou de cabeça para o sucesso, nos deixando ainda mais ansiosos por um álbum completo.

Florrie – Live A Little

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Depois de quase oito anos afastadas, o Destiny’s Child está de volta. Mas infelizmente, o trio, formado por Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams, não está de volta “pra valer”, e sim para apenas uma única canção, “Nuclear”, que faz parte de uma coletânea, Love Songs, a ser lançada no final deste mês.

Produzida pelo Pharrel Williams e perfeita para uma coletânea chamada Love Songs, a canção é uma doce balada R&B com batidas tipicamente Pharrel, de produção que flerta com o drum’n’bass mas sem perder a classe, com tamborins e uma pitada de new-age para agitar as coisas, lembrando, coincidentemente, do trabalho da irmã da Beyoncé, Solange, no EP True. Apesar de não se tratar de uma reunião como desejávamos, rumores apontam que Kelly Rowland e Michelle Williams se reunirão com a Beyoncé para uma performance no palco do Super Bowl, onde a cantora se apresentará.

Destiny’s Child – Nuclear

A coletânea Love Songs será lançada no dia 29 de janeiro.

*ATUALIZADO: Versão sem tags adicionada.

Depois do fracasso que foi “Run The World (Girls)”, acaba de cair na internet o novo single de Beyoncé, “Till The End of Time”, que de cara tira qualquer mal gosto causado pela produção anterior do Diplo. Trompetes e uma batida de marchinha dão o início da música, que dispensam qualquer sinal de balada, como alguns estavam esperando. A música é agitada, mas não chega a ser uma “Single Ladies” da vida, e tem toda uma vibe de verão americano. Torçam o nariz o quanto quiser, mas duvido que vão consiguir ficar parados com seu refrão cheio de gaguices. A música ainda está com tags, o que é bem chato, e assim que conseguirmos uma versão melhor postaremos aqui.

Beyoncé – Till The End of Time

A música faz parte do seu novo disco, que sai no final de junho, intitulado de 4.

Se “Diva” pegou “A Milli” do Lil Wayne como exemplo, o primeiro single do quarto disco da Beyoncé, “Girls (Who Run The World)”, pega o hit do Major Lazer, “Pon The Floor”.  Dispensando o vocal que fez muita gente pirar nas pistas, a cantora fica só com a batida de tambores da música, criando um fundo para a sua própria doidera que soa como “Wind It Up”, a marcha-pop da Gwen Stefani, mas numa versão mais caótica, confusa e Missy Elliot; ou seja, mais hip-hop e menos pop. E isso resume o primeiro motivo porquê “Girls” não me encantou, pelo menos de cara. Beyoncé muda o seu jeito de cantar a cada segundo, contrastando com a simplicidade de “Single Ladies”, mas basicamente ela não canta, e faz raps, tal como em “Videophone” ou “Diva”. Ou seja, a música não tem melodia. E nem depender de um refrão ela pode, como alguns rappers fazem, pois esse aqui é tão ruim e sem brilho que era melhor ter ficado de fora. Mas de uma forma estranha, “Girls” ainda me dá esperança de que vai crescer e virar mais um hit para Beyoncé. A música é agitada e contagiante, e até quem está enjoado de “Pon The Floor” vai ficar com vontade de dançar, sem contar que ela traz todo o carisma da cantora, principalmente nos versos, que são simplesmente matadores. Além também do fato de que essa versão é um possível demo ainda não finalizado, o que ainda dá esperanças à música. Hoje, “Girls” é uma música mediana, e me deixa feliz ao saber que, por enquanto, Beyoncé não domina o mundo com ela.

Beyoncé – Girls (Who Run The World)

Kanye West é uma figura polêmica, mas convenhamos, o cara sabe o que faz. O vídeo de Power que saiu essa semana demonstra isso, e mais uma vez, seu novo single See Me Know confirma. Com a participação de peso da Beyoncé, a música é bem mais relaxada que o primeiro single, e lembra uma Empire State of Mind menos instantânea e mais light, voltada para o verão. Kanye está conseguindo bons colaboradores para seu álbum, recém des-entitulado Good Ass Job, que aliás têm influência do Radiohead, e está nos prometendo ainda uma canção com o Bon Iver. Desde que o cara continue fazendo música de qualidade, realmente não me importo se ele se acha o rei do mundo, mesmo que alguém (Taylor Swift) acabe pagando o pato por isso. O ainda não-entitulado álbum do cara pelo menos tem uma data agora, dia 16 de Novembro.

♫ Kanye West – See Me Now (Feat. Beyoncé & Charlie Wilson)