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O ano de 2010 está sendo muito bom para a música em geral, e mesmo sem um álbum avassalador quanto o do Animal Collective do ano passado, tivemos algumas surpresas, expectativas atendidas e decepções. Com a maioria dos lançamentos esperados já lançados, ainda assim temos muita coisa para ouvir. Entretanto, temos aqui um saldo geral dos álbums que mais se destacaram para mim nessa metade do ano (lançamentos até 30/06/2010). A lista final que farei no final do ano pode haver alterações, a medida que ouvir os álbums novamente e tirar novas conclusões. Enfim, clique abaixo para ver a lista, conhecer alguns artistas que não escrevi ainda (prometo consertar isso), e é claro, opinar se concordaram ou não com meu top 20. Também gostaria muito de ver quais são os SEUS álbums favoritos até então, então não esquece de comentar no box!

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Depois de alguns posts bem agitados, aqui estão duas músicas que não fazem uso algum de sintetizadores ou qualquer tipo de instrumento eletrônico. Blitzen Trapper, pra quem não conhece, é uma banda que teve seu debut ofuscado pelo lançamento do Fleet Foxes, em 2008. De qualquer forma, o seu novo lançamento está aí, e desta vez recebendo toda a atenção que mereciam, desde o começo.

O álbum chamado Destroyer of the Void é um fantástico lançamento de que podemos chamar de “rock clássico moderno”. Assim como a faixa título, o álbum está repleto de incríveis solos de guitarra, vocais em harmonia (que lembram muito os Beatles em algumas horas), pianos, hard-rocking, dentre outras influências que são completamente inegáveis, mas que trazem o toque próprio da banda. Nenhuma dessas canções aqui pareceriam fora de sintonia se ouvisse tocando em uma rádio de rock clássico.

Destroyer of the Void, a música, abre com um set de vocais em harmonias, sobre uma guitarra bem gentil, para aumentar  e criar um ambiente repleto das influências então citadas. A música parece na verdade ser duas em uma, para no final, ir se juntando aos poucos e explodir bem a sua frente. O outro destaque vai para Heaven and Earth, que é uma das mais belas canções do ano. Quieta, simples e igualmente tocante, a música se desenvolve sobre um piano apenas, que vai crescendo e misturando outros instrumentos, mas sem fugir de sua simplicidade ou distrair o ouvinte da suave voz de Eric Earley.

Fiquem com as músicas a seguir, e se preparam para uma resenha, junto com o meu TOP 10 de álbums desses primeiros quatro meses do ano.

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