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A sueca Elliphant certamente não é a mesma que lançou a experimental “In The Jungle”, de três anos atrás. Após trabalhar com grandes nomes como o Diplo e seu Major Lazer, “Love Me Barder” é nova aposta da cantora, que vem planejando um novo disco para 2015 junto do selo Kemosabe Records (do produtor Dr Luke). Com uma pegada bem mais pop e uma pitada daquela sua essência jamaicana, a canção parece ser finalmente o hit que a cantora procura. Já no vídeo, vemos Ellinor andando de carro por ruas escuras, enquanto flashbacks vão revelando um relacionamento conturbado e que o passeio é, na verdade, um sequestro. O final não é nada prevísivel, diríamos até bastante sinistro. Vale a pena conferir.

Elliphant

O projeto da sueca Ellinor Olovsdotter, mais conhecido como Elliphant, é um daqueles que torço pra dar certo, mesmo que seus lançamentos têm sido um tanto duvidosos até então. Os singles mais recentes, entretanto, estão me fazendo mudar de opinião, com os vídeos de “Down On Life” e mais recentemente “Live Till I Die” figurando entre alguns dos mais legais do ano. Continuando a série de acertos, acaba de cair na rede mais uma boa amostra do Elliphant, sob o nome “Where Is My Mama At”, lançado a princípio somente na Suécia.

Continuando a produção dancehall dos singles anteriores, a nova música se destaca das demais por apresentar uma sonoridade um tanto mais “roqueira” e agressiva, que pode ser observada tanto na produção quanto em sua letra, principalmente no refrão, onde revela não estar procurando sua mãe com a melhor das intenções. A produção dancehall ganha um pouco mais de energia ao ser misturada com leves batidas drum & bass, que parecem sair de um disco perdido do Basement Jaxx, e pavimentam a produção para que os vocais de Ellinor brilhem com seu carregado sotaque jamaicano, adicionando aquele charme característico de suas outras produções.

Elliphant – Where Is My Mama At

ELLiPHNAT

Confesso que o Elliphant, projeto da sueca Ellinor Olovsdotter, me chamou atenção no início principalmente por ser a nova artista do selo sueco TEN, responsável também pelo Niki & The Dove e o Icona Pop. A primeira música foi a inventiva “In The Jungle” com sua sonoridade sem definição, mas a partir daí, seus lançamentos têm sido uma mistura de erros e acertos, por vezes se espelhando no hip-hop da M.I.A. (como em “Cian’t Hear It” e “Tekkno Scene”), e por horas no pop latino da Rihanna, como em “Down On Life”.

E é calcado nesta última (um acerto, diga-se de passagem), que Elliphant entrega seu novo single, “Live Till I Die”, realizado pós-lançamento do seu primeiro EP, auto-intitulado, que reuniu antigas canções enlatadas para o mercado norte americano. Assim como em “Down On Life”, as batidas aqui são menos aceleradas, o que deixa espaço para os vocais mais cantados de Ellinor abraçarem a produção tropical repleta de sintetizadores, palminhas e samples, com direito a um refrão celebratório (como indica o título) e um desfecho arrasador com um solo de teclados, do jeito que a gente gosta.

Elliphant – Live Till I Die