Archives For Hot Chip

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O Thief é um projeto criado pelo australiano PJ Wolf e era conhecido inicialmente como Thief Urban. O produtor já lançou um EP chamado Closer, mesmo nome do single que ganhou um clipe que hipnotiza por conta das imagens vibrantes captadas pelo diretor Robert Wallace. Com influências que passam por artistas como Fryars, Sliimy, Frank Ocean, Metronomy, Snorlax e Hot Chip, a música “Closer” aposta em vocais em falsete e sintetizadores que geram um clima bastante alegre e dançante.

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Vindos da França, o duo de musica eletrônica Juveniles já aparece em nossas páginas desde 2011, quando divulgou seu primeiro single, “We Are Young”, lançado pela Kitsuné. Em 2012 o single “Through The Night” ainda deu título ao primeiro EP, também lançado pelo selo, e agora, prestes a dar início à divulgação do seu disco de estreia, os rapazes acabam de lançar “Fantasy”, uma produção electro-pop que destoa das anteriores por deixar a vibe depressiva de lado a favor de um número alto-astral e ligeiramente funky, que nos remete aos grandes hits da década de 70.

Atualmente, cada vez mais produtores têm se deixado influenciar pelo movimento new-disco, como no exemplo recente de “Get Lucky”, dos também franceses Daft Punk, e agora é a vez do Yuksek, responsável por remixes de artistas como Lady Gaga e Gossip, brincar com o gênero. A diferença, entretanto, é que em “Fantasy”, além das guitarras cheias de ritmo e do baixo cheio de groove que entra na sequência, diversas camadas de sintetizadores modernos se destacam lado a lado com os elementos retrôs, dando vida a uma produção que não olha apenas para o passado mas também para o futuro. Para completar os elementos vibrantes comandados por Yuksek, a banda ainda apresenta sua composição mais divertida e alegre até então (que soa como uma versão new-disco de “Night & Day”, do Hot Chip), e prova que os parisienses estão no rumo certo em relação a sua música.

Juveniles – Fantasy

O disco do Juveniles ainda não tem data de lançamento, mas está sendo inteiramente produzido pelo Yuksek e deve chegar às lojas ainda este ano.

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Phages é um projeto musical vindo de São Francisco, Califórnia. Mesmo com a vasta quantidade de informações que a internet nos dá, isso é tudo que ainda se sabe sobre essa banda (ou seria projeto de um homem só?), que combina elementos eletrônicos e batidas leves lembrando muito duos como AlunaGeorge e Bondax. Com o lançamento do EP Take Me With You, o Phages apresenta seu primeiro material que, apesar de curto, é muito bem produzido. Apesar de americanos, seja lá quem estiver por trás do projeto, se mostram ligado aos sons eletrônicos mundiais, e se estabelecem aos moldes dos diversos duos, bandas e produtores do underground eletrônico do Reino Unido, que vêm conseguindo cada vez mais espaço na internet, gerando buzz e, consequentemente, conquistando festivais.

Na faixa que nomeia o EP, “Take Me With You”, a presença de batidas inicialmente leves, que crescem à medida que a música chega ao seu fim, e composições um tanto quanto psicodélicas aliadas a vocais crus e ligeiramente sombrios, fazem com que a música seja algo que funcione tanto com fones de ouvidos, numa forma mais hipnótica, quanto nas pistas de dança. Com uma produção que se alia de pausas nas batidas para criar tensão (um truque também muito utilizado pelo Jai Paul) e uma estrutura que se desenvolve aos poucos, dando origem, em sua metade, a um inesperado (e delicioso) refrão, a canção evoca uma inegável aura Hot Chip em seus momentos mais dançantes. Durante quase cinco minutos, o primeiro single do Phages surpreende e nos dá um ótimo pop eletrônico, nos deixando sedentos por mais informações e novos materiais do misterioso projeto.

Phages – Take Me With You

Para ouvir o EP do Phages na íntegra, lançado oficialmente hoje em primeira mão pelo nosso blog, basta clicar aqui.

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Originalmente formado em Ontario, o Born Ruffians vem ganhando cada vez mais destaque na cena alternativa do Canadá desde a sua formação em 2004, ano em que também lançaram o primeiro registro, de forma independente. Com o vocal poderoso de Luke Lalonde, o quarteto fez barulho com algumas performances locais em Toronto, ganhou popularidade online e, finalmente, debutou em turnês junto a nomes como Franz Ferdinand, Hot Chip e os conterrâneos canadenses do Tokyo Police Club. O primeiro disco numa gravadora grande, Red, Yellow & Blue (2008), tem o viciante hit “Hummingbird” e foi nomeado para o prêmio de melhor álbum do ano no Independent Music Awards. O sucessor, Say It (2010), veio mais focado e polido, e por isso as expectativas para o Birthmarks (2013) estavam lá em cima.

E aí que “Needle” é a primeira amostra de que o Born Ruffians voltou mais lapidado do que nunca, reforçando a alma garage-pop que conquistou a gente. Especialistas em riffs epidêmicos e em batidas dançantes, a banda volta melódica sem ser dramática, e contagia com um single despretensioso. “Needle” logo encanta com seu início suave à-la Fleet Foxes, mas que rapidamente dá lugar a uma melodia de aura solar e a batidas marcantes que lembram das californianas do Haim. Verdade que profundidade nunca foi o forte do quarteto canadense, mas quem liga pra isso quando se tem uma batida tão amigável e um refrão sing-along tão delicioso quanto esse?

Born Ruffians – Needle

Se antes o Born Ruffians fazia a gente lembrar de um Foals em tempos de Antidotes (2008), com “Needle” a banda já prova que tem identidade musical própria, mas ainda incompleta, num processo de solidificação. A atmosfera leve e charmosa do primeiro single do Birthmarks levanta as expectativas para o álbum e já dá sinal de que a banda talvez tenha achado a sua zona de conforto. O disco sai no dia 9 de abril pelo selo Paper Bag Records.

A capa do CD de Rafter Roberts, conhecido pelos amigos apenas como Rafter, traz uma mistura bem peculiar: uma bela mulher, mas com uma cabeça de leão. O que isso significa? Bem, sobre Rafter, tudo. Um indie-rock misturado com batidas R&Bs bem marcantes, o cara buscou influências aqui e alí para criar um som um tanto quanto único. Embora algumas vezes bem parecido com o Hot Chip, as músicas aqui são mais dependentes da batida e sem muita coisa acontecendo de vez. A produção dá lugar à voz de Rafter, que lembra o tom de Ben Gibbard, do Death Cab For Cutie. Na relaxante Fucking Around, por exemplo, o som lembra bastante um Daft Punk com os vocais de Death Cab, e é ideal para se sentir atraído pela banda logo de cara. Outro destaque, Paper, com um ritmo bem funky, embora não tenha um refrão matador, poderia muito bem dominar as rádios de qualquer país, se não fosse é claro sua letra, que repete várias vezes “Your Motherfuckers!“. Se você gosta de Hot Chip, principalmente do The Warning, não pensaria duas vezes em dar uma chance ao cara, que já lançou seu CD este ano, o Animal Feelings.

♫ Rafter – Fucking Around

♫ Rafter – Paper

Mais uma rodada de covers para “agitar” seu começo de semana. Dessa vez temos algumas surpresas, e não muitos covers acústicos. Mas recomendo baixar. Não é todo dia que Sia regrava Britney ou Hot Chip a Shakira. Não mesmo…

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Sia – Gimme More (Britney Spears Cover)

Sia é a nova velha-cantora mais badalada do momento. Aproveitando a onda Christina Aguilera, e prestes a lançar seu novo CD em Junho, aqui está um mais um belíssimo cover feito pela cantora, lá em 2008. Com uma versão mais suave da música, o clássico de Britney perde suas batidas com cara de clube noturno masculino, para ganhar um clima mais Starbucks: íntimo e bastante agradável. Vale a pena checar.

♫ Sia – Gimme More (Britney Spears Cover)

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Marching Band – Out Of Touch (Hall & Oates Cover)

Marching Band é o nome do grupo regrava aqui o “clássico” dos anos 80 Out Of Touch, do Hall & Oates, uma música bastante conhecida por nós provavelmente através dos nossos pais (ou GTA Vice City). Mas não se preocupe. Com um ar mais indie rock, mas mantendo a suavidade da original, essa nova versão parece ter chegado justo a tempo para ocupar aqueles finais de semana entediados de Julho.

♫ Marching Band – Out Of Touch (Hall & Oates Cover)

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Hot Chip – She Wolf (Shakira Cover)

O Hit Chip decide pegar seus sintetizadores e guitarras para regravar… She Wolf? E surpreendentemente, esse cover que tinha tudo para dar errado vira uma surpresa bastante agradável. O cover mantém todas as linhas, batidas e efeitos da original, colocando aquele quê do Hot Chip, e é claro, os vocais inconfundíveis dos caras. Para surpreender os amigos mais alternativos e colocar um ponto de interrogação nos mais pops.

♫ Hot Chip – She Wolf (Shakira Cover) [REPOSTADO]

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Aqui está a nova mixtape de Chiddy! Contém as já postadas (e conhecidas) “Stylo” e “Under The Sheets”, mas além de tudo, ganhamos mais quatro músicas novas. Todas elas usam o sample de alguma música conhecida. Das novas, as minhas preferidas, por exemplo, “Hey London” (que usa o sample de uma música do Hot Chip) e “Breakfast” (da Kate Nash). Temos ainda Major Lazer e La Roux, mas não vou estragar a surpresa. Para descobrir as músicas, só baixar o EP completo do cara, que está sendo disponibilizado gratuitamente ao troco de um email no seu MySpace. Em casos assim fica até chato hospedar o mini-álbum, então corre lá que vale a pena!
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Espero só que todas essas músicas culminem em um lançamento de um CD oficial. Na verdade, se não é pedir muito, quero um CD recheado de coisas novas, porque sinceramente, Chiddy Bang é tudo que ouço de Rap/Hip Hop no momento.
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Link após o jump.
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