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2014 promete ser o ano da virada para Chlöe Howl. A ruiva figura na Sound of…, lista lançada anualmente pela BBC contendo artistas com grandes chances de sucesso. Após divulgar “To My Face”, “How Proud” e “Paper Heart”, que tem um clipe sensacional, a cantora dá indícios de que devemos contar as horas para o trabalho sucessor do EP Rumour, que já ganhou diversos clipes, incluindo para “No Strings”. A música que tem um novo vídeo é “Rumour”, cuja nova versão aposta na sensualidade contida da britânica, que tem uma malemolência que nos faz lembrar da Janelle Monáe. Com produção impecável, o clipe mostra a artista em uma espécie de competição de jogos de xadrez em que os participantes que se rendem aos rumores pagam com a vida.

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O que você faria diante de um apocalipse? Depois de ver o clipe novo da Janelle Monáe, você provavelmente terá vontade de dançar quando o fim iminente do planeta estiver prestes a acontecer. O videoclipe de “Dance Apocalyptic” conta com o mesmo apuro estético do clipe de “Q.U.E.E.N.”. A principal diferença é a sensação de liberação da cantora, o que combina com o estilo contagiante do segundo single do álbum The Electric Lady, cujo lançamento será no próximo dia 10 de setembro. Fazendo jus ao nome do CD, a artista parece ter sido ligada na tomada, dançando bastante e levando as fãs à loucura. Wendy Morgan dirigiu o vídeo, que tem uma estética semelhante ao de “Hey Ya!”, do Outkast. O melhor é quando as cenas de dança são interrompidas para a exibição de notícias de última hora com a “dama elétrica” interpretando uma apresentadora de um jornal de TV fictício anunciando diversos tipos de catástrofes.

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Como esperado, “Tennis Court” é a música do segundo clipe da Lorde. Contudo, o vídeo surpreende por exibir apenas o close da cantora. Enquadrar o rosto de artistas para garantir mais emoção dos mesmos é um recurso que já foi usado em outros clipes ótimos, como “Cold War” (da Janelle Monáe) e “Wildest Moments” (da Jessie Ware). No caso da segunda música escolhida para divulgar o EP The Love, Lorde apostou em um videoclipe simples, prendendo a atenção do início ao fim devido ao visual gótico e à iluminação que muda de acordo com as batidas da música. Além disso, o vídeo ganha mais vida em função da expressividade da artista neozelandesa, que permanece olhando para a câmera, sorrindo discretamente e cantando somente os “Yeah” da pegajosa canção.

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“Q.U.E.E.N.” provou que The Electric Lady (com lançamento previsto ainda para 2013) tem boas chances de superar ou, no mínimo, ficar no mesmo patamar de qualidade que The ArchAndroid, álbum anterior da Janelle Monáe. Ninguém pode falar que a cantora não é ambiciosa, pois ela não tem medo de ousar e experimentar sons diferentes. Janelle tem talento suficiente para manter seus fãs e conquistar novos admiradores com o novo single, que possui a capacidade de se tornar melhor a cada audição. O clipe de “Q.U.E.E.N.” é tão bem produzido e coerente com o conceito do novo projeto da cantora que até quem não amou a música inicialmente pode dar mais uma chance à canção e mudar de opinião.

Sob direção de Alan Ferguson, o vídeo começa com uma introdução calma ao som de violinos e uma narração que contextualiza o videoclipe, que se passa em uma espécie de realidade futurística em que rebeldes são paralisados e exibidos em um museu. Quando duas garotas colocam a música para tocar, os corpos expostos voltam à vida e começam a dançar e cantar, incluindo Janelle (considerada a líder do grupo) e sua cúmplice, Erykah Badu, cuja participação deixa tudo ainda mais marcante. O conceito de libertação tem tudo a ver com a música e tanto os cenários como os figurinos são predominantemente em preto e branco, o que demonstra a tradicional sofisticação de Janelle, que arrisca poses, caras e bocas, além de passos de dança bem femininos, sem deixar de lado seu gingado característico.

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Janelle Monáe dispensa apresentações. Se você nunca ouviu a dramática “Cold War ou a deliciosa “Tightrope”, com toda certeza conhece a voz da cantora pela sua participação num dos maiores hits de 2012, “We Are Young”, do fun.. Desde 2010 sem disponibilizar material inédito, quando lançou The ArchAndroid, a cantora começou a liberar nos últimos meses as primeiras informações sobre seu novo disco, através de apresentações ao vivo e entrevistas para revistas e sites. Abrindo o cronograma de divulgação desse segundo material de inéditas, The Electric Lady, Janelle escolheu como single a faixa “Q.U.E.E.N.”, com participação de Erykah Badu, uma das maiores divas da soul music atual.

Apostando em versos quase falados, guitarras que parecem sair direto dos discos do Prince e The Time, e sintetizadores muito bem posicionados que garantem uma aura funky à produção, a adição de batidas graves, entretanto, faz com que a canção se distancie do pop setentista do The ArchAndroid a favor de uma nova sonoridade que utiliza dos mesmos elementos retrôs para soar completamente diferente. Como carro chefe de um álbum, “Q.U.E.E.N.” não causa o mesmo impacto que os singles citados anteriormente, mas não deixa de ser um trabalho honesto de Janelle, que tenta ser fiél ao seu estilo musical (vide a finalização fantástica, que carrega a mesma energia que os trabalhos anteriores) mesmo apostando em uma produção bem diferente desta vez.

Janelle Monáe – Q.U.E.E.N. (feat. Erykah Badu)

Menos soul, mais pop, porém sempre ligada ao R&B, Janelle Monáe retorna ao cenário musical dando aos fãs algo novo que, apesar de não ser o esperado, sem dúvidas deixa expectativas e curiosidades em relação a sua nova aventura. O novo disco, The Electric Lady, até então não possui data de lançamento.

O ano de 2010 está sendo muito bom para a música em geral, e mesmo sem um álbum avassalador quanto o do Animal Collective do ano passado, tivemos algumas surpresas, expectativas atendidas e decepções. Com a maioria dos lançamentos esperados já lançados, ainda assim temos muita coisa para ouvir. Entretanto, temos aqui um saldo geral dos álbums que mais se destacaram para mim nessa metade do ano (lançamentos até 30/06/2010). A lista final que farei no final do ano pode haver alterações, a medida que ouvir os álbums novamente e tirar novas conclusões. Enfim, clique abaixo para ver a lista, conhecer alguns artistas que não escrevi ainda (prometo consertar isso), e é claro, opinar se concordaram ou não com meu top 20. Também gostaria muito de ver quais são os SEUS álbums favoritos até então, então não esquece de comentar no box!

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Bobby Ray está explodindo nas paradas americas com a péssima “Nothin’ On You”, mas decidi checar o CD do projeto B.o.B. do cara, que conta com participações interessantes, como Rivers Cuomo (Weezer) e a já citada Janelle Monáe.

“The Kids”, na verdade, é uma “homenagem”, para não dizer cópia, de “The Kids Don’t Stand A Chance”, do Vampire Weekend. Aqui, o trabalho de Bobby chega a ser parecido com o de Chiddy Bang, pega o refrão de uma música consagrada e adiciona batidas, versos de rap e o refrão conhecido. Janelle faz sua participação, mas também deixa a desejar.

A música é legal e divertida, mas fica apenas por curiosidade, pois não é todo dia que um artista transforma Vampire Weekend e Janelle Monáe em hip hop… Mesmo que não fique tão bom.

Ouçam a música após o jump.

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