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Estourou de vez. Preparem os ouvidos (ou os olhos) para ver como a mocinha Brooke Candy vai ser comparada (estupidamente?) com a Lady Gaga. Excentrismos à parte, Brooke é a definição perfeita para a palavra atitude. A nova queridinha do mundo da música, da moda e dos hipsters vem de Los Angeles, diretamente da cena stripper da cidade. A começar por aí, o rostinho nos é familiar. Trabalhou com Grimes no clipe de “Genesis”, trabalhou com Charli XCX e alguns outros nomes mais undergrounds. A música está em algum lugar entre o pop e o hip hop, e a boquinha suja da Brooke entoa frases de tanto impacto que os haters do mundo vão surtar.

“Pussy Make The Rules” é a vitrine ideal pra promover ao extremo o novo single da cantora. A música faz alusão DIRETA à Lady Gaga, Britney Spears e Christina Aguilera, e ainda enfatiza, além do título da música, o quanto as mulheres são poderosas. O clipe é obsceno, é genial. Uma crítica social mesclada com um nítido “foda-se” para todos os tabus que a sociedade ainda insiste em levar adiante. Brooke é lésbica, mas esse é o menor dos detalhes de toda a aura polêmica que projeta sobre si. Ainda estou receoso em colocar a artista do lado de nomes como Azealia Banks, Iggy Azalea e Angel Haze porque aqui o buraco é mais embaixo. “Quem dita as regras”?

Brooke Candy – Pussy Make The Rules (Feat. Lakewet)

*Atualizado com o vídeo!

Lady Gaga acaba de lançar um single promocional para seu aguardado álbum Born This Way, o primeiro de dois que precedem o lançamento do disco. Essa semana a escolhida foi a bela “The Edge of Glory”, o terceiro aperitivo que temos, seguido pela a canção título “Born This Way” e a explosiva “Judas”. A faixa, que encerra o disco, foi escrita após a morte do seu avô, e embora fale sobre o último momento da vida de alguém nos olhos de Gaga, sua mensagem é universal, e com certeza ainda servirá de trilha para muitas formaturas, créditos de filmes ou até mesmo campeonatos. Dado o tema, nada mais óbvio do que seu tom  seguir os passos mais melódiocos de “Born This Way”, com um refrão mais depressivo e que soa até meloso demais no começo, mas apesar de não atingir o mesmo patamar eufórico do primeiro single, acaba caindo no gosto mais tarde. Carregada por sintetizadores, batidas fortes e toda a super-produção característica dos últimos trabalhos de Gaga, a produção inusitada do Fernando Garibay deixa a faixa pronta para as pistas, e mostra seu verdadeiro brilho após o segundo refrão. Inesperadamente, a música se descontrói e seus belos violinos dão espaço a saxofones, num middle-8 maravilhoso que mistura sintetizadores retrôs na história, o suficiente para lembrar bastante o de “Digital Love”, do Daft Punk, mas aqui é claro, com um solo de saxofone ao invés de guitarra (compare aqui na marca de 3:20 minutos de cada canção pra entender o que estou falando).

No geral, Lady Gaga chegou num ponto, graças ao hype excessivo e suas apresentações inusitadas, que se ela não replicar o mesmo efeito em sua música, será crucificada por isso. “The Edge of Glory”, portanto, não é nem inovadora tampouco seu melhor trabalho. Tem um título promissor, assim como as outras 11 faixas de Born This Way, mas é apenas uma canção bonita que cairá como uma luva para finalizar o disco, que, inovador ou não, provavelmente será o melhor trabalho a sair de uma cantora pop mainstream esse ano. Ouça a seguir.

Lady Gaga – The Edge Of Glory

O Born This Way sai no dia 22 de Maio.

Ser um segundo single da Lady Gaga não é uma tarefa fácil, e tenha certeza que você será julgado pelo público por isso. Com um legado que traz “Poker Face” e “Telephone” nas costas, “Judas”, o aguardado novo lançamento da cantora, chega com a promessa de agradar àqueles que não gostaram do lançamento anterior, que não teve muito das suas marcas registradas, como repetições e os já conhecidos “gagaísmos”, que elevou a cantora a outros patamares em “Bad Romance”. Se você estava procurando por isso, vai ficar feliz em saber que sim, eles estão presentes em “Judas”. Mas não exatamente da mesma maneira.

Com uma batida tribal-industrial que vai soar como simples barulho para alguns, a música chega a soar nos versos como “Steppin Up”, a louca canção da M.I.A, só que com Gaga cantando com um sotaque mezzo-árabe e soltando até uns gritos que parecem ter saído de algum culto religioso do oriente-médio. Como disse, não é parecido com nada que Gaga já fez, e enquanto muitos devem estranhar os versos agressivos da música, ele basicamente dá um passo à frente de todas as músicas mainstreams do momento, e estreita ainda mais a fronteira entre elas e as canções pop mais experimentais, vide a da própria M.I.A. O refrão, entretanto, é outra história. É como se “Judas” pegasse o de “Bad Romance” e tentasse encaixar sua harmonia com a doidera de suas batidas, e o processo não poderia ter sido feito com mais êxito. Aqui, todo mundo que já ouviu os maiores hits de Gaga se sentirão em casa, e até mesmo seguro, graças a sensação de familiaridade que ele traz, sem tirar seu brilho. “Judas” é uma canção que deve dividir opiniões, talvez ainda mais do que “Born This Way”, e talvez por conta disso ela não seja o mesmo hit que “Bad Romance” foi. Mas para aqueles que estão acostumados com o diferente, que têm a cabeça aberta, e é claro, que gostam de música pop, “Judas” não será mais uma música apedrejada, e sim aplaudida. Chegou a hora de você julgar “Judas”, e para isso, basta apertar o botão de play aqui de baixo.

Lady Gaga – Judas

Quase um ano de espera para a música mais aguardada de 2011, e aqui está ela. Prometida como um “hino de uma geração”, essa é a tão falada “Born This Way”, a polêmica nova música da Lady Gaga, que como diz a letra, fala sobre a celebração de si próprio, e principalmente, da libertação sexual. Vamos admitir, a expectativa para a música já era um monstro, e o gostinho de decepção já quase podia ser saboreado mesmo antes de escutá-la. Eu principalmente, já me via virando o olho ao escutar uma música com uma letra tão piegas, que parecia ter sido criada pra enfiar sua mensagem goela a baixo na sociedade.

Mas felizmente, Gaga mais uma vez provou que está um passo na frente de quase todas do ramo atualmente. Escrita por ela mesmo, a primeira coisa que tenho a dizer é que “Born This Way” cumpre todos os requisitos que propõe, e somente uma cantora do porte de Gaga, uma das únicas cantoras pop da nossa geração que tem realmente uma VOZ ATIVA, conseguiria executar e lançar uma música que fala abertamente de drag-queens e ainda conseguir bater recordes. A música é antêmica, e diferente das outras produções da Gaga (com exceção da terrível “Eh Eh”), soa extremamente alegre. Com uma introdução tirada de “Dance In The Dark”, versos que cheiram “When Love Takes Over” e uma produção disco que lembra “Express Yourself”, o resultando final é nada menos que uma canção celebratória e avassaladora, que deve virar hit nas pistas de todas as boates esse ano. E sobre as comparações com a Madonna, digo: “e daí?”. Não é uma coisa ruim, e não é como se Lady Gaga tivesse inovado a música pop alguma vez na vida. “Poker Face” e “Telephone” também não são exatamente criativas. Mas no seu jogo de roubagem descarada, da massificação do desconhecido e do exagero das expectativas – ela é uma vencedora, do mesmo jeito que “Born This Way”. Ela sabe que está roubando, mas pelo menos sabe O QUE roubar. De certa forma, não foi isso que fez Madonna ser quem ela é hoje?

Lady Gaga – Born This Way

Conhece o Girl Talk, mestre dos mash ups e que vai tocar em novembro no Planeta Terra? Então, Milkman é seu aprendiz, e a mais nova sensação do gênero. O cara vem abrindo os shows do Major Lazer e agora está partindo para seu novo álbum, o Algorithms, que vai ser distribuído de graça em seu site. O primeiro single, “Let’s Go”, já está disponível, e enquanto reúne diversas canções conhecidas, como “Gold Digger” do Kanye West, “I Want You Back” do Jackson 5 e até um refrão bem criativo com “Eh Eh” da Lady Gaga, a música soa incrivelmente consistente, e quem ouvir sem conhecer as músicas originais pode nem perceber que se trata de um mash up, que diga-se de passagem, é um dos mais interessantes que já ouvi. É uma daquelas músicas pra se ter em um playlist do final de semana e impressionar os amigos. Fiquem com o single abaixo e aguardem o lançamento do álbum para esse ano ainda.

♫ Milkman – Let’s Go

[Via]

Bem, apresentações são dispensáveis quando vamos falar da Gaga, então vamos direto ao assunto. Nesse último fim de semana, alguém muito sortudo/espertinho filmou a cantora apresentando uma música inédita em dos seus shows, Living On The Radio. Junto com a música You And I, que ela tinha cantado no evento do Elton John a alguns meses atrás, podemos (podemos?) começar a ter uma idéia de como pode soar seu próximo trabalho. Mais rock, menos bate cabelo e letras mais pessoais em ritmo de balada é o que podemos ver nessas faixas, mas a própria Gaga falou que a Living On The Radio não seria usada como single, nos deixando numa vontade muito maior de saber como vai ser seu próximo hit. Aqui abaixo disponibilizei o áudio dos vídeos, que foi a forma como as músicas vazaram, logo não encontra-se numa qualidade muito boa, mas dá pra passar o tempo enquanto não sai algo mais interessante da mother monster.

♫ Lady Gaga – You And I

♫ Lady Gaga – Living On The Radio

Katy Perry – California Gurls (Passion Pit Remix)

Como visto em primeia mão aqui no site, a nova da Katy Perry está fazendo o maior sucesso nas paradas americanas. Aqui, seu hit é remixado pelo Passion Pit, que engrossa um pouco a voz da cantora e retira toda a vibe TiK ToK da música, que é trocada por elementos eletrônicos característicos da banda. Não tão bom quanto poderia ser, mas mesmo assim vale a pena baixar.

♫ Katy Perry – California Gurls (Passion Pit Remix)

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Everything Everything – MY KZ YR BF (Clock Opera Remix)

Assim como o incrível remix do Clock Opera para I Am Not a Robot da Marina, o cara acaba de lançar um remix pra divertida MY KZ, YR BF (My Keys, Your Boyfriend) do badalado grupo Everything Everything. Como o primeiro remix, partes da letra da música são cortadas e coladas de maneira única, formando um novo ritmo à música.

♫ Everything Everything – MY KZ YR BF (Clock Opera Remix)

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Lady Gaga – Paparazzi (Fernando Garibay Remix)

Paparazzi foi uma das músicas mais tocadas do ano passado, e você já não deve mais aguentá-la (assim como qualquer uma da Lady Gaga). Entretanto, estava de olho nesse remix desde que a cantora fez uma performance ao vivo da música usando está versão, mixada por Fernando Garibay, um dos produtores de Gaga e responsável pelo atual hit Alejandro.

♫ Lady Gaga – Paparazzi (Fernando Garibay Remix)

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N.E.R.D. – Hot N Fun (Boys Noize Remix)

Com um clipe recém lançado, Pharrel e os caras do N.E.R.D mandaram a música para ser remixada por vários nomes consagrados, incluindo Passion Pit, Yeasayer e o Boys Noize em questão, que nos trouxe o remix mais dançante do grupo. Enquanto a original nos trazia uma linha de baixo “hipnotizante” como diz a letra, aqui, quem manda são os sintetizadores.

♫ N.E.R.D. – Hot N Fun (Boys Noize Remix)

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Oasis – Wonderwall (Questions Version)

O clássico do Oasis ganha aqui uma releitura bem interessante pelo produtor Questions. Enquanto os vocais da original estão intactos aqui, a música ganha um ar mais eletrônico que acaba se encaixando perfeitamente na música, sem exagerar nas batidas. Uma boa pedida para quem quiser ver a canção mais pop do Oasis um pouquinho mais pop.

♫ Oasis – Wonderwall (Questions Version)

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