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O quarteto estoniano Kye Kye – atualmente baseado em Camas, Washington – vem conquistando fãs desde 2011 com o seu primeiro álbum, Young Love, que contou com algumas músicas utilizadas em comerciais e filmes. Liderada pela vocalista Olga, a banda é também formada por mais dois de seus irmãos (Timothy e Alex Yagolnikov), além do seu marido, o baterista Thomas Phelan.

Recentemente, Olga afirmou que, na opinião da banda, “criar música traz à tona as emoções que existem dentro deles”. Deve ser por isso, portanto, que ficamos apaixonados logo de cara por “Honest Affection”, o primeiro single do novo álbum do quarteto, Fantasize, previsto para janeiro de 2014. Vocais adocicados – que parecem, de fato, vindos do fundo da alma – contracenam com um sintetizador para ninguém botar defeito (além de um sino que faz toda a diferença no background), culminando numa espécie de encontro entre os vocais sonhadores do Say Lou Lou com os sintetizadores energéticos do CHVRCHES.

Kye Kye – Honest Affection

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Os misteriosos do K.I.D.S. se apresentaram em 2012 com o synth pop experimental de “Ragged Old Angels”, logo indo de Ladytron à Little Boots em sua segunda demostração, “All My Evil”, lançada no mesmo mês que a primeira música. Apesar de não estarem finalizadas, as músicas traçavam uma promissora trajetória ao grupo, que revelou sua identidade neste mês como sendo Rosanna (de Estocolmo) e Charles (de Londres), que já estão trabalhando em um disco de estreia há mais de um ano e estão prestes a lançá-lo.

Junto com as notícias, a banda liberou uma nova versão (ainda “em progresso”) de “All My Evil”, e a nova demo “Black Star”, que mais uma vez troca de referências ao passear pelo território sombrio do pop agressivo da Rihanna em seu Rated R. Com pianos e efeitos que remetem uma canção de ninar, a canção começa quase como uma versão mais electro de “Russian Roulette”, só para se desenvolver em instantes para algo bem diferente e muito maior, sem desrespeitar as regras do pop. A produção eletrônica logo ganha o reforço de guitarras, violinos e batidas presentes no segundo verso, que nos impressiona e nos faz questionar o que mais poderia ser melhorado em uma versão finalizada.

K.I.D.S. – Black Star

Se você perdeu nossas outras postagens do K.I.D.S., recomendo ouça os sigles “Ragged Old Angels” e “All My Evil”, e espere conosco por mais notícias do duo.

Após o hype tremendo em torno de seu novo álbum, Bionic, ao convocar produtores de peso como Dj Switch, Santigold, MIA, Peaches, Le Tigre, Ladytron e Sia, o novo álbum de Aguilera pode soar como uma grande decepção para aqueles que esperavam o álbum pop mais indie dos últimos anos.

Felizmente, tudo o que você esperava (ou esperava ser surpreendido) está aqui nesta canção, com dedo e tudo mais da M.I.A. A letra, completamente nonsense, não poderia ter vindo de outra cabeça, assim como a mixagem, assinada pelo Dj Switch, reponsável pela produção de muitas faixas da cantora. A música é louca, vibrante, sem o menor sentido, e não há nada parecido com ela no momento. Não espere ver covers acústicos, ou que a música vire o clássico de 2010. Temos aqui entretanto uma divertidíssima canção, genuinamente pop. Os vocais aqui podem ser confundidos com o da própria MIA, que de tão contorcidos, soa como se Aguilera estivesse lutando pra deixar sua própria marca na faixa. Se ela consegue ou não, você pode conferir logo abaixo, mas não deixe essa pérola escapar.

Dica: só me faz ficar mais ansioso pro Maya, da MIA.

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