Archives For Lykke Li

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Em maio, finalmente saberemos se o álbum I Never Learn será tão bom quanto se espera da Lykke Li, que já divulgou músicas que indicam mais um trabalho excepcional, como “Love Me Like I’m Not Made Of Stone” e “I Never Learn”. O single que deve impulsionar a visibilidade do próximo CD é a balada “No Rest For The Wicked”, que possui as características marcantes da cantora, como suas letras tristes, toques de piano delicados e uma voz que ecoa em tom épico. No vídeo da canção, o diretor Tarik Saleh parece ter se inspirado nos filmes evocativos de Terrence Malick. A forte carga emocional da música é retratada por meio de imagens da cantora e de um cara com quem ela mantém um relacionamento, que é interrompido e culmina em um desfecho melancólico.

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Quando apresentamos Linnea Dale, associamos a cantora a artistas como Tove Lo e Lykke Li, porém, cada nova audição deixa clara a semelhança de Linnea Dale com a intrigante Laura Welsh, graças aos vocais sedutores e a uma sonoridade bastante sofisticada, cujo impacto cresce na medida em que o refrão se aproxima.  “A Room In A City” possui um videoclipe que já foi divulgado há algum tempo, mas que merece ser descoberto devido à elegância que reflete o efeito da música. A direção do vídeo de “A Room In A City” ficou sob a responsabilidade de Bjørn Opsahl, que criou uma atmosfera de sonho em função de uma fotografia predominantemente em preto e branco, com a artista norueguesa esbanjando sua sensualidade natural não apenas para os homens e mulheres presentes no vídeo, mas também para quem assiste ao clipe.

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Mais uma cantora da Suécia promete nos presentear com músicas incríveis. Estou me referindo a Marlene, artista que divulgou recentemente seu primeiro trabalho, denominado “Bon Voyage”. Com uma voz imponente e uma sonoridade que mescla batidas eletrônicas com pitadas de sons tropicais, a dançante canção remete a faixas de Kate Boy, Lykke Li, Katy B e Frida Sundemo. Para acompanhar o single, Marlene também lançou um videoclipe dirigido por SIKOW. O vídeo nos apresenta à cantora, que é mostrada de forma elegante, graças a uma fotografia que mais esconde do que revela, deixando tudo bem intrigante.

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Anote bem este nome, pois Linnea Dale será uma dessas boas revelações da música pop daqui alguns meses. Dona de uma voz singular, a jovem cantora norueguesa de 22 anos iniciou seus projetos no mercado fonográfico em meados de 2007, após participar de um famoso concurso de música. Com um álbum de inéditas lançado ano passado e inúmeras colaborações no currículo, Linnea parece estar pronta para ganhar o mundo junto aos seus próximos lançamentos.

Sem muitos segredos, A Room in A City funciona como uma balada synth-pop elegante que se destaca pela belíssima e moderna produção, que traz ao longo de quatro minutos muitos sintetizadores, violinos, sinos e uma batida que horas lembram as produções do Miike Snow. Os efeitos seguram as expectativas dos versos e culminam em um glorioso refrão, com vocais tão melodramáticos que chegam a lembrar o último single da Tove Lo e os momentos mais depressivos da Lykke Li, sob uma estética synth-pop. Bem ao estilo das faixas que ganhavam as rádios no começo dos anos 2000, “A Room in A City’’ une ingredientes básicos da musica pop para resultar em uma canção de produção moderna, pronta para agradar qualquer amante do gênero.

Linnea Dale – A Room In A City

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Com o clipe de “Waste Of Time”, Karen Marie Ørsted prova novamente que é uma artista que tem grande potencial para despertar o interesse de muita gente com seu projeto musical, denominado , cujas primeiras músicas foram apresentadas pelo blog no ano passado. O novo vídeo mostra a cantora dinamarquesa dançando e “batendo cabelo” como se ninguém estivesse olhando, algo que já foi visto no clipe de “Glass”. Além disso, o clipe dirigido por Anders Malmberg apresenta uma série de imagens aparentemente aleatórias, desde quadros até objetos. O single deve ser lançado oficialmente no dia 7 de julho, preparando o terreno para o álbum de estreia, que ainda não tem nome e nem previsão para ficar pronto. Apesar de comparações com Lykke Li, Grimes, Purity Ring, Lorde, PawwsHaim, o som da MØ é bastante peculiar, em função de uma rebeldia presente nas letras e da mistura de sintetizadores selvagens com guitarras e outros sons experimentais que geram canções pop com uma pegada R&B.

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A Austrália é um lugar que  tem nos presenteado com músicos incríveis desde sempre, e não dá  pra negar que a  cena eletrônica é uma das mais interessantes do país. Nomes como Cut Copy, Empire Of The Sun e Miami Horror fazem barulho lá e aqui, e por isso a gente percebe que os australianos tem um talento especial para nos fazer dançar com seus sintetizadores eufóricos e batidas contagiantes. E no meio desse cenário inflado por bandas e duos incríveis, os dois irmãos Cosmo e Patrick Liney surgem, diretamente de Sidney, para te fazer embarcar na viagem envolvente do Cosmo’s Midnight (que talvez você já conheça pelo remix apaixonante de “Little Bit” da Lykke Li).

“Phantasm” é o primeiro single da dupla que, declaradamente influenciada pelo Purity Ring, chega com elementos experimentais tímidos, mas suficientes para garantir uma aura chillwave sem igual para a faixa. Os sintetizadores criam uma atmosfera elegante, suave e misteriosa, que poderia muito bem servir de trilha para uma músca do AlunaGeorge e é perfeita para relaxar e viajar na melodia deslumbrante das batidas do duo. Enquanto isso, os vocais devaneadores e adocicados da conterrânea Nicole Millar ajudam a criar a vibe ambient que a dupla quer mostrar, e fazem de “Phantasm” a música perfeita para representar o material original do Cosmo’s Midnight e ser o carro-chefe do EP lançado dia 8 de maio.

Cosmo’s Midnight – Phantasm

Miss Li – Spaceship

Jimmy —  29/04/2013 — 2 Comments

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Nunca vamos cansar de mostrar como a Suécia é a terra do pop alternativo, e o mais novo fruto dessa leva de artistas é Linda Carlsson, vocalista, pianista e cabeça do Miss Li. Antes da atual banda, Linda cantava de ópera a metal, até se situar como Miss Li em 2006, e desde então, junto com sua banda, produz uma mistura que vai de encontro ao pop e o blues, que já lhe garantiu uma série de álbuns lançados pelo selo independente National desde então.

“Spaceship”, o novo single da banda, soa quase descaradamente como uma mistura de Kyla La Grange com a Lykke Li. Com uma produção que parece andar por diversos estilos musicais, a produção poderia muito bem se passar por uma música do Mumford & Sons, mas é diferenciada pelos vocais soturnos de Linda, que atingem o ápice no fabuloso refrão, onde a força da bateria é substituída por violinos que não deixam a música se suavizar e a tornam ainda mais intensa. Bonita e grandiosa na medida certa – e sem a pretensão dos diversos artistas do folk-rock – a canção é um pop viciante que nos mostra todo o potencial do Miss Li e nos deixa com vontade de ouvir muito mais da banda.

Miss Li – Spaceship

“Spaceship” é uma das músicas do álbum Wolves, lançado no dia 10 de Abril.